Published on 19 de Dezembro de 2006 .
No próximo dia 19 de Dezembro será o 45º aniversário do assassinato de José Dias Coelho pela PIDE. Tinha apenas 38 anos. Ele era um artista plástico de extraordinária sensibilidade e versatilidade e cedo aderiu à resistência ao fascismo. Era um activista na Frente Académica Antifascista e no MUD Juvenil.
Desenho de Dias Coelho, convidando a um convívio do MUD-Juvenil
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Published on 15 de Dezembro de 2006 .
Deve recordar-se a todos os membros do Movimento que na próxima terça-feira, 19 de Dezembro, às 18h, é assinalado o assassinato, há 45 anos, do artista plástico e resistente antifascista José Dias Coelho, pela PIDE, com um tiro à queima-roupa, na então Rua da Creche, e que hoje, com toda a legitimidade, tem o seu nome.
Haverá a partir dessa hora uma concentração no local do assassinato, na actual Rua José Dias Coelho, nº. 30 (ao Largo do Calvário).
A concentração é promovida pelo PCP, segundo noticia o jornal “Avante!”.
Na mesma ocasião, será inaugurada na Junta de Freguesia de Alcântara (Rua dos Lusíadas, nº13), pelas 19 horas, uma exposição com o título: “José Dias Coelho, artista militante e militante revolucionário”, que acompanha a apresentação da nova edição do seu livro A Resistência em Portuga! (Edições Avante). Esta reedição, contextualizada historicamente, será apresentada pela antiga companheira de Dias Coelho, Margarida Tengarrinha, e, também, pelo editor Francisco de Melo.
Published on 12 de Dezembro de 2006 .
O advogado José Galamba de Oliveira desfez a acusação que o Ministério Público urdira contra João Almeida e Duran Clemente e concluiu as suas alegações reclamando do juiz uma sentença exemplar, que condene o verdadeiro réu daquele processo, ou seja os autores da “falsa acusação”.

Terminou da melhor maneira a primeira audiência do julgamento em que são arguidos os dois membros do Movimento que no dia 5 de Outubro de 2005, na concentração fundadora do “Não Apaguem a Memória!”, foram apontados em auto de notícia por um subcomissário à paisana. O próprio representante do Ministério Público, perante o confuso testemunho do subcomissário António Quinto, foi obrigado a reconhecer que, in dúbio pro reu, por isso “não podia, em consciência, pedir a condenação”.
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