NÃO APAGUEM A MEMÓRIA! [ Logótipo da autoria de João Tito Basto ]

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MAIS INFORMAÇÃO

Foi entregue na Assembleia da República a petição com 6000 assinaturas e que será analisada na Comissão de Assuntos Constitucionais Direitos, Liberdades e Garantias.

Dossier de imprensa (versão inicial em formato PDF).

Página na internet da promotora imobiliária.

Algumas organizações que já declararam o seu apoio:
A25A (Associação 25 de Abril), Biblioteca-Museu República e Resistência, SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa), URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses), ATTAC, ALDRABA, Associação República e Laicidade, FENPROF, STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST), Fundação Humberto Delgado, APD (Associação Portuguesa de Deficientes).

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Pesquisa

5 de Outubro de 2008

2008/10/6
5 de Outubro de 2008, NAM

5 de Outubro de 2008, NAM

Para comemorar 3 anos de vida do NAM, no dia em que se comemora a implantação da República, 16 jovens artistas com a colaboração do Professor Lima de Carvalho da Faculdade de Belas Artes, pintaram este painel para sensibilizar a opinião pública quanto à necessidade de preservar a memória da resistência à ditadura e da liberdade conquistada.

Foi na Rua António Maria Cardoso, frente à ex-sede da PIDE/DGS, em Lisboa.
Mais de 100 pessoas acompanharam o acto de criação artística.

Edmundo Pedro, Nuno Teotónio Pereira e outros ex-presos políticos inscreveram na tela os nomes das prisões por onde passaram.

Com este acto público o  NAM apelou à mobilização cidadã para que seja:

1. acautelada a transmissão dos valores de democracia e da liberdade às novas gerações, principalmente através do ensino da história da República e da resistência à ditadura militar e ao «Estado Novo».

2. edificado um Memorial às vítimas da PIDE, na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa,através de subscrição pública, que evoque a luta vitoriosa de tantas mulheres e homens pela implantação de um Estado democrático.

3. criado um Museu da Resistência e da Liberdade, nas antigas instalações da cadeia do Aljubeem Lisboa, que se constitua num centro dinamizador, junto com outros espaços evocativos da memoria, com universidades e organizações que desenvolvam relevante actividade neste domínio.

4. conservado e recuperado o património público que representa a memória da resistência de tantos portugueses pela conquista da liberdade, tal como a antiga cadeia do Aljube, em Lisboa, as ex-sedes da PIDE/DGS, no Porto e Coimbra, os Fortes de Caxias, de Peniche e Angra do Heroísmo, os campos de concentração de S. Nicolau e do Tarrafal, o presídio militar da Trafaria, a Companhia Disciplinar de Penamacor, entre outros.

5 de Outubro de 2008

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