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	<title>Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! &#187; docs históricos</title>
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	<description>Porque sem memória não há futuro.</description>
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		<title>Lista candidata aos orgãos sociais da Associação &#8220;Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 20:33:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comissão Instaladora, no cumprimento do mandato que lhe foi conferido pela Assembleia Geral Constitutiva da Associação “Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!” reuniu-se no dia 28 de Abril de 2008 para apreciar e deliberar sobre a única lista de candidatos aos órgãos sociais que lhe foi entregue. Analisados todos os subscritores e os candidatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Instaladora, no cumprimento do mandato que lhe foi conferido pela Assembleia Geral Constitutiva da Associação “Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!” reuniu-se no dia 28 de Abril de 2008 para apreciar e deliberar sobre a única lista de candidatos aos órgãos sociais que lhe foi entregue.</p>
<p>Analisados todos os subscritores e os candidatos foram considerados preenchidos os requisitos necessários pelo que foi aceita sendo-lhe atribuída a letra A.<span id="more-290"></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LISTA A</strong><br />
<strong> Composição</strong></p>
<p>Direcção</p>
<ul>
<li>Presidente – Raimundo Pedro Narciso</li>
<li>Vice-Presidente – Lúcia Maria Ezaguy de Almeida Simões</li>
<li>Secretário – Jorge Emanuel Duarte de Carvalho Martins</li>
<li>Tesoureira – Maria Joana de Menezes Lopes</li>
<li>Vogal – Diana<span> </span>Marina Dias Andringa</li>
<li>Vogal – Irene Flunser Pimentel</li>
<li>Vogal – Maria Manuela Bela Braz Almeida</li>
</ul>
<p>Assembleia Geral</p>
<ul>
<li>Presidente – Isabel Maria Fernandes Alvoeiro Patrício</li>
<li>Secretário – Rui Manuel Lage Ferreira</li>
<li>Secretário – João Filipe Rodrigues Caixinhas</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">Conselho Fiscal</p>
<ul>
<li>Presidente – Sérgio Parreira de Campos</li>
<li>Vice-Presidente – Joaquim António de O. Soares</li>
<li>Secretário – José Hipólito dos Santos</li>
</ul>
<p>Sócios Subscritores</p>
<ul>
<li>Alfredo Ladeira Caldeira</li>
<li>Maria Antónia Assis Santos Palla e Carmo</li>
<li>António Duarte Arnaut</li>
<li>Maria do Céu Guerra Oliveira e Silva</li>
<li>António José Castanheira Baptista Lopes</li>
<li>Maria Emília Almeida Neves</li>
<li>António Maria Sousa Almeida</li>
<li>Maria Helena Dias Carneiro</li>
<li>Aquilino Ribeiro Machado</li>
<li>Maria Helena Mendonça da Silva</li>
<li>Armando Batista Bastos</li>
<li>Maria Helena Reis Cabeçadas</li>
<li>Artur Eduardo Pires Alexandre Pinto</li>
<li>Maria João Antunes Gerardo Alexandre Pinto</li>
<li>Edmundo Pedro</li>
<li>Maria José Fernandes Matias Belbut</li>
<li>Eugénio Manuel Bilstein de Menezes de Sequeira</li>
<li>Maria Júlia P.O. Barata de Matos Silva</li>
<li>Eurico José Marques dos Reis</li>
<li>Maria Lucília da Liberdade Miranda Santos</li>
<li>Fernando Edalberto Vieira de Matos Silva</li>
<li>Maria Luísa Corte-Real Moniz Nogueira</li>
<li>Fernando José Mendes Rosas</li>
<li>Maria Manuela Cabeçadas A. Trancoso</li>
<li>Helena Catarina Silva Lebre Elias</li>
<li>Maria Manuela Paiva Fernandes Tavares</li>
<li>Iva Humberta de Andrade Delgado</li>
<li>Nelson Manuel Gonçalves Durão de Matos</li>
<li>José Luís Saldanha Sanches</li>
<li>Nuno Teotónio Pereira</li>
<li>José Manuel da Silva Dias</li>
<li>Pedro Bacelar de Vasconcelos</li>
<li>José Manuel Marques C.M. Tengarrinha</li>
<li>Rui Flunser Pimentel</li>
<li>José Manuel Sequeira Louza</li>
<li>Rui Manuel Bebiano de Nascimento</li>
<li>José Manuel Serra Picão de Abreu</li>
<li>Rui Nogueira Lobo de Alarcão e Silva</li>
<li>José Paulo de Almeida da Silva Graça</li>
<li>Rui Silva Veiga Pinto</li>
<li>José Vera Jardim</li>
<li>Sara Barros Queiroz Amâncio</li>
<li>Júlia Alberta de Almeida Martins Mendes Valério</li>
<li>Teresa Amado</li>
<li>Luís Manuel do Carmo Farinha</li>
<li>Teresa Maria de Freitas Mesquita Spranger</li>
<li>Manuel Serra</li>
</ul>
<p> </p>
<p>A Comissão Instaladora<br />
28 de Abril de 2008</p>
<p><small>[ <a href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/04/candidatura_lista_a.pdf">documento em versão PDF (60KB)</a> ]</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Associação &#8220;Movimento Cívico &#8211; Não Apaguem a Memória!&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 19:55:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi assinada no passado dia 14 de Março, pelas 16.30H, a escritura para constituição da Associação &#8220;Movimento Cívico &#8211; Não Apaguem a Memória!&#8221; Aproveitamos para dar a conhecer os Estatutos e o Regulamento Geral da Associação. A Comissão Instaladora terá a  2ª reunião de trabalho no próximo dia 18 de Março para dar continuidade aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi assinada no passado dia 14 de Março, pelas 16.30H, a escritura para constituição da <strong>Associação &#8220;Movimento Cívico &#8211; Não Apaguem a Memória!&#8221;</strong><br />
Aproveitamos para dar a conhecer os <a href="/mm/nam/estatutos/"><strong>Estatutos</strong></a> e o <a href="/mm/nam/regulamento-geral/"><strong>Regulamento Geral da Associação</strong></a>.<br />
A Comissão Instaladora terá a  2ª reunião de trabalho no próximo dia 18 de Março para dar continuidade aos trabalhos de preparação do processo eleitoral.</p>
<p><small>[ <a href="/mm/nam/">mais informação</a> ] </small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Espaços da Memória</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2007 21:00:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[16 de Maio 2007, 21 horas SEDE NACIONAL DA ORDEM DOS ARQUITECTOS TRAVESSA DO CARVALHO 23, LISBOA CONTRIBUTO PARA A ELABORAÇÃO DE UM “ROTEIRO DA MEMÓRIA E DA RESISTÊNCIA DA CIDADE DE LISBOA” Sala cheia! O Debate Espaços da Memória na Ordem dos Arquitectos foi um êxito e um momento muito importante para o Movimento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>16 de Maio 2007, 21 horas</strong><br />
SEDE NACIONAL DA ORDEM DOS ARQUITECTOS<br />
TRAVESSA DO CARVALHO 23, LISBOA</p>
<p>CONTRIBUTO PARA A ELABORAÇÃO DE UM “ROTEIRO DA MEMÓRIA E DA RESISTÊNCIA DA CIDADE DE LISBOA”</p>
<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/20070516espacosdememoria1.jpg' title='Debate Espaços de memória, OA, 2007/05/16'><img src='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/20070516espacosdememoria1w.jpg' alt='Debate Espaços de memória, OA, 2007/05/16' /></a><br />
<strong>Sala cheia!</strong></p>
<p>O Debate Espaços da Memória na Ordem dos Arquitectos foi um êxito e um momento muito importante para o Movimento.</p>
<p>A dinamização dos espaços arquitectónicos da Memória anti-fascista é um projecto do Movimento e também da Ordem dos Arquitectos.</p>
<p>O <em>Não Apaguem a Memória!</em>, representado na mesa do Colóquio por <strong>Fernando Vicente</strong>, expôs o fundamental dos nossos objectivos no que se refere a estes espaços, em particular, à sede da ex-PIDE/DGS na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa.</p>
<p>Foi lembrado que existe um compromisso da Câmara Municipal de Lisboa e do Promotor do empreendimento imobiliário para ali criar um espaço condigno que lembre aqueles que por lá passaram e sofreram as torturas da polícia política do Estado Novo, alguns, inclusivamente, com a própria vida.</p>
<p><span id="more-209"></span><br />
<strong>Helena Roseta</strong> e <strong>João Afonso</strong>, em nome da Ordem, saudaram e associaram-se aos objectivos do Movimento nesta luta pela Memória.</p>
<p><strong>José Bandeirinha</strong> falou da Penitenciária de Coimbra e do perigo em que se encontra a sua extinção.</p>
<p><strong>Nuno Teotónio Pereira</strong>, apresentou as ideias relativas a um Museu da Resistência, de que o Aljube é a principal referência, a um Memorial dos Resistentes anti-fascistas e, também, a ideia, bem acolhida, de uma subscrição pública que possa contribuir, de forma determinante, para que estes espaços não se percam da memórica colectiva.</p>
<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/20070516espacosdememoria2.jpg' title='Debate Espaços de memória, OA, 2007/05/16 (2)'><img src='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/20070516espacosdememoria2w.jpg' alt='Debate Espaços de memória, OA, 2007/05/16 (2)' /></a></p>
<p>Seguiu-se um debate com a assistência que contribuiu, de forma decisiva, para que as ideias já existentes possam evoluir com propostas concretas para os objectivos a que nos propusemos aquando da elaboração da Carta de Princípios do <em>Não Apaguem a Memória!</em>.</p>
<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/cartaz-debate-oa-20070516.gif' title='Cartaz debate na OA em 16 de Maio'><img src='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/cartaz-debate-oa-20070516w.gif' alt='Cartaz debate na OA em 16 de Maio' /></a></p>
<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/serigrafia-debate-oa-20070516.gif' title='Cartaz II debate na OA em 16 de Maio'><img src='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/serigrafia-debate-oa-20070516w.gif' alt='Cartaz II debate na OA em 16 de Maio' /></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>ESPAÇOS DA MEMÓRIA</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2007 00:05:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[16 de Maio 2007, 21 horas SEDE NACIONAL DA ORDEM DOS ARQUITECTOS TRAVESSA DO CARVALHO 23, LISBOA CONTRIBUTO PARA A ELABORAÇÃO DE UM “ROTEIRO DA MEMÓRIA E DA RESISTÊNCIA DA CIDADE DE LISBOA” Lisboa, à imagem do país, teve ao longo dos 48 anos de ditadura fascista um longo percurso de momentos e locais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/cartaz-debate-oa-20070516.gif' title='Cartaz debate na OA em 16 de Maio'><img src='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/cartaz-debate-oa-20070516w.gif' alt='Cartaz debate na OA em 16 de Maio' /></a></p>
<p><strong>16 de Maio 2007, 21 horas</strong><br />
SEDE NACIONAL DA ORDEM DOS ARQUITECTOS<br />
TRAVESSA DO CARVALHO 23, LISBOA</p>
<p>CONTRIBUTO PARA A ELABORAÇÃO DE UM “ROTEIRO DA MEMÓRIA E DA RESISTÊNCIA DA CIDADE DE LISBOA”</p>
<p><span id="more-203"></span><br />
Lisboa, à imagem do país, teve ao longo dos 48 anos de ditadura fascista um longo percurso de momentos e locais que conduziram ao 25 de Abril de 1974:</p>
<p>MOMENTOS COMO AS GREVES DE 42 (estivadores, Carris, construção naval); as greves dos tanoeiros, da construção naval e outras (1947, 1950 e anos seguintes); os assassínios de Militão Ribeiro (1949), José Moreira (na PIDE, em 1950), Raul Alves (na PIDE, em 1958), Dias Coelho (1961), Fineza (1962), Ribeiro dos Santos (1972), e os mortos do 25 de Abril na António Maria Cardoso (1974); o atentado a Salazar; a preparação da “revolta da Sé” (1959);</p>
<p>LOCAIS DE TORTURA nas esquadras de polícia (antes de 1945) e na sede da PIDE na António Maria Cardoso; locais de prisão como o Aljube, a Penitenciária e as Mónicas; locais de destruição como a Sociedade Portuguesa de Escritores;</p>
<p>locais de (in)“Justiça” como o Tribunal Plenário;</p>
<p>MANIFESTAÇÕES, AS GRANDES manifestações do “fim da guerra”, pró-aliados e de unidade anti-fascista (1945); manifestações e greves estudantis pelos mais diversos motivos (1945, 1947, 1952, 1957, 1962 e 1969); manifestações e repressão nas comemorações do 5 de Outubro; a recepção a Humberto Delgado em Santa Apolónia (1958); as manifestações do 1.º de Maio (nomeadamente em 1962); a fuga de Henrique Galvão do Hospital Santa Maria (1959); as diversas fugas do Aljube, do Porto, de Caxias e de Peniche; as veladas e vigílias pela paz e contra a guerra (S. Domingos em 1969 e Capela do Rato em 1972);</p>
<p>e finalmente o 25 de Abril, no Terreiro do Paço, no Carmo e na cidade inteira; e o 1.º de Maio da alameda ao estádio da “FNAT”.</p>
<p>A estes marcos da nossa História recente correspondem homens e espaços reais que (já) são hoje locais e momentos da nossa memória colectiva.</p>
<p>Em Outubro de 2005, uma manifestação de cidadãos junto da ex-sede da PIDE – que foi o centro da organização e funcionamento da repressão – exigiu que ali fique assinalada a memória deste sinistro local: aqui nasceu o Movimento Cívico “Não Apaguem a Memória” que acordou, com a Câmara Municipal de Lisboa e o promotor imobiliário, na existência de um espaço museológico que, homenageando o Povo de Lisboa e o Povo Português, recordando o que de infame ali se passou, virá a integrar um futuro “Roteiro da Memória e da Resistência da Cidade de Lisboa”.</p>
<p>ESTA INICIATIVA CONJUNTA DO “NÃO APAGUEM A MEMÓRIA” E DA ORDEM DOS ARQUITECTOS PRETENDE DINAMIZAR ESTA QUESTÃO, NA SEQUÊNCIA DA RECENTE DISCUSSÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA QUE RECOMENDA O APOIO A INICIATIVAS DAS AUTARQUIAS E DA SOCIEDADE CIVIL A PROGRAMAS DE MUSEALIZAÇÃO QUE APROVEITEM EDIFÍCIOS QUE SEJAM HISTORICAMENTE IDENTIFICADOS COMO RELEVANTES NA RESISTÊNCIA À DITADURA.</p>
<p>Fica um apelo:</p>
<p>Que os “Espaços da Memória – repressão, resistência e liberdade” – não sejam destruídos, antes sejam preservados com a ajuda e colaboração de todos.</p>
<p>Que os compromissos assumidos pelo “Não Apaguem a Memória”, pela Câmara Municipal de Lisboa e pelo promotor imobiliário sejam respeitados e cumpridos.</p>
<p>Maio de 2007</p>
<p>RUA DA MISERICÓRDIA 95 1200-271 LISBOA</p>
<p>HTTP://MAISMEMORIA.ORG</p>
<p><a href="mailto:&#x63;&#x6f;&#x6e;&#x74;&#x61;&#x63;&#x74;&#x6f;&#x40;&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2e;&#x6f;&#x72;&#x67;"><span class="oe_textdirection">&#x47;&#x52;&#x4f;&#x2e;&#x41;&#x49;&#x52;&#x4f;&#x4d;&#x45;&#x4d;&#x53;&#x49;&#x41;&#x4d;<span class="oe_displaynone">null</span>&#x40;&#x4f;&#x54;&#x43;&#x41;&#x54;&#x4e;&#x4f;&#x43;</span></a></p>
<p>NA OCASIÃO É LANÇADO UM ÁLBUM DE SERIGRAFIAS DE NUNO TEOTÓNIO PEREIRA, “DESENHOS DE ARQUITECTURA”, PRODUZIDAS PELO CENTRO PORTUGUÊS DE SERIGRAFIA</p>
<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/serigrafia-debate-oa-20070516.gif' title='Cartaz II debate na OA em 16 de Maio'><img src='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2007/05/serigrafia-debate-oa-20070516w.gif' alt='Cartaz II debate na OA em 16 de Maio' /></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Petição apreciada na AR pelos deputados</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 11:29:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[ Aqui fica o relato que o nosso companheiro António Melo fez da discussão do dia 30 e que espelha o que por lá se passou. ] A Petição apreciada na AR pelos deputados A votação formal ainda não tem data marcada, mas as intervenções feitas pelas diversas bancadas parlamentares, ao fim da manhã da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>[ Aqui fica o relato que o nosso companheiro António Melo fez da discussão do dia 30 e que espelha o que por lá se passou. ]</em></p>
<p><strong>A Petição apreciada na AR pelos deputados</strong></p>
<p>A votação formal ainda não tem data marcada, mas as intervenções feitas pelas diversas bancadas parlamentares, ao fim da manhã da passada sexta-feira, deixam perceber que a Petição apresentada pelo Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! vai ter um acolhimento esmagadoramente favorável, quiçá unânime por parte do parlamento.<br />
<span id="more-183"></span></p>
<p>Coube ao deputado socialista João Soares iniciar as intervenções e fê-lo começando por elogiar o autor do parecer que a Petição do Movimento mereceu à comissão de Direitos, Liberdades e Garantias. O trabalho do deputado Marques Júnior, dele se trata, à semelhança da Petição, teve referências elogiosas de todos os intervenientes, mesmo de Zita Seabra (PSD), a única a emitir reservas quanto à oportunidade política da celebração e preservação da memória da resistência, para lá do círculo reservado dos historiadores.</p>
<p>Ao longo das 25 páginas do parecer, Marques Júnior retraça, além do processo que deu origem à Petição, a própria história do Movimento, comentando com pormenor os seus objectivos. Nas conclusões, em que trata das recomendações ao Governo, realça a importância do apoio &#8220;a programas de musealização&#8221;, dando como exemplo &#8220;a constituição de um Museu da Liberdade e da Resistência&#8221;, provavelmente na antiga prisão do Aljube, no centro histórico de Lisboa, bem como &#8220;a constituição de Roteiro nacional dos lugares e de edifícios&#8221;, que têm um valor histórico e simbólico no combate da resistência antifascista.</p>
<p>De resto, convém desde já assinalá-lo, o próprio ministro Augusto Santos Silva, na intervenção final, acolheu estas recomendações e falou da importância da sua realização mesmo em termos de cumprimento da acção governativa.</p>
<p>Voltando ao deputado João Soares, este fez uma breve evocação do que foi a resistência, focando particularmente a repressão que se abateu sobre os seus militantes, mencionando vários deputados que tinham sofrido a tortura da PIDE/DGS e conhecido as prisões do Estado Novo. Neste ponto, endereçou uma saudação especial a um dos membros do Movimento, que na galeria dos visitantes assistia ao debate parlamentar &#8211; Edmundo Pedro.</p>
<p>A presença deste antigo tarrafalista foi também assinalada pelo deputado Fernando Rosas, do Bloco de Esquerda, e, mais tarde, pelo ministro, quando recordou à câmara de deputados ali presente, que sem a coragem e determinação de resistentes como Edmundo Pedro, não seria possível eles lá estarem.</p>
<p>O deputado comunista Bernardino Soares, na intervenção que se seguiu, evidenciou o papel do PCP na resistência ao Estado Novo e sublinhou que foi o único partido que permaneceu íntegro, sem desfalecer, na causa da liberdade &#8220;durante os 48 anos da longa noite fascista&#8221;. Pôs em evidência as tentativas recentes, vindas de diversos sectores, de &#8220;branqueamento&#8221; desse tempo ditatorial e, por isso, enfatizou a importância de ao nível dos programas  de ensino se desenvolver uma intervenção mais ousada e decidida, para que a juventude saiba o que foi a censura, a repressão policial, a miséria social desse período da história portuguesa do século XX.</p>
<p>Nota discordante de Zita Seabra</p>
<p>A única nota discordante, mais no tom do que na substância, no conjunto das declarações parlamentares, veio da deputada Zita Seabra, em representação do PSD. Depois de um período inicial em que louvou as &#8220;meritórias intenções&#8221; do Movimento bem como do parecer de Resolução em análise, acrescentou um &#8220;no entanto&#8230;&#8221;. A partir daí derivou para um registo subjectivo, de onde ressaltou a sua experiência como resistente clandestina na luta pelo derrube do Estado Novo, quando era militante comunista, para concluir que nessa matéria ninguém lhe poderia dar lições de heroísmo. Passou daí para um registo de reflexão pessoal sobre o exercício da memória, para concluir que era muito errado essa memória ser utilizada como &#8220;arma de arremesso político&#8221; pela esquerda contra a direita. Por tudo isso, ela entendia que as questões relacionadas coma  memória histórica deviam confinar-se ao âmbito de estudo dos historiadores, mas sem explicar qual seria então o papel desses estudos e a quem eles se deviam dirigir.</p>
<p>O deputado centrista João Rebelo, que se lhe seguiu, também ele algo perplexo com esta intervenção sem conclusão, abriu com uma dupla mensagem de congratulação: para o Movimento e para a deputado Marques Júnior, autor do parecer, como se disse. Deixou claro que este parecer merecia o seu apreço pela maneira sóbria e factual com que fora redigido, não deixando de manifestar a sua discordância, em contrapartida, por algumas formulações da Petição, em concreto a de considerar que a preservação da memória podia ser impeditiva da construção de um novo edifício na Rua António Maria Cardoso, no espaço onde, durante algum tempo e num certo espaço existiu a sede da polícia política do Estado Novo. Mas, no conjunto, aceitou os princípios que presidem à acção do Movimento, sobretudo enquanto escola de democracia &#8220;e se tenha a noção de que a história não é propriedade de ninguém&#8221;.</p>
<p>Fernando Rosas, deputado e historiador, fez uma saudação à delegação do Movimento, presente nas galerias, com uma especial distinção para Edmundo Pedro. Falou do projecto que o Movimento veio suscitar nas suas várias vertentes de investigação, preservação e divulgação da resistência antifascista e do seu do papel libertador, social e político na sociedade portuguesa. Acrescentou que esse projecto mereceria, provavelmente, mais uma Lei-quadro do que uma simples recomendação, mas não deixou de apoiar o parecer de Resolução que estava em discussão.</p>
<p>O deputado dos &#8220;Verdes&#8221;, Francisco Madeira Lopes, afirmou o seu apoio de princípio à resolução e pôs a tónica na responsabilidade que cabe ao parlamento e ao governo na concretização dos objectivos que constam do parecer elaborado por Marques Júnior, na preservação da memória da resistência à ditadura.</p>
<p>O ministro Augusto Santos Silva encerrou o debate com uma intervenção de franco e favorável acolhimento da Resolução e da Petição. Esta última referência serviu-lhe para a situar historicamente na vida do Movimento, nascido com o dia da indignação &#8211; 5 de Outubro de 2005. Foi nesse dia que um grupo de cidadãos se reuniu na Rua António Maria Cardoso, em protesto contra o desaparecimento, sem qualquer registo de inscrição, da antiga sede da tenebrosa PIDE, substituída por um condomínio de luxo.</p>
<p>Numa intervenção que foi de resposta &#8211; senão de esclarecimento &#8211; à de Zita Seabra, explicou que essa indignação inicial dera lugar a uma reflexão sobre as intervenções necessárias junto dos poderes públicos e da sociedade em geral, para que a história dos que combateram a ditadura, entre os quais a própria deputada, não passasse de letra morta em livros de leitura distante. Pôs a tónica na necessária luta que a democracia tem em permanência contra a ditadura e lançou sobre os deputados de um parlamento democrático a responsabilidade dessa tarefa. &#8220;Sem o combate contra ditadura&#8221; a Assembleia da República não seria possível, recordou o ministro. Santos Silva advertiu contra o perigo de se generalizar uma experiência pessoal, com o que ela tem de subjectivo e dramático, arrastando nela juízos preconceituosos e datados por determinada conjuntura, que podem prejudicar o apoio a um projecto com o qual até se concorda.</p>
<p>Santos Silva não foi o único a interpelar, mesmo se indirectamente, a deputada Zita Seabra. Já antes Fernando Rosas, pegando na ideia de confinar o estudo da memória aos historiadores, se pronunciara sobre o erro de se defender uma &#8220;história neutra&#8221;, o que de algum modo seria defender um modelo de história oficial, que exclui o útil confronto de uma historiografia pluralista nas suas abordagens e perspectivas.</p>
<p>No final, ficou a impressão de que a intervenção da deputada Zita Seabra fora mais um ajuste de contas com fantasmas do seu passado político, do que uma posição do seu actual partido para com a Resolução, que se espera seja votada, sem abstenções, por todas as bancadas parlamentares.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Principais acções empreendidas – de Outubro 2005 a Março de 2007</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 10:30:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! nasceu de uma acção de protesto realizada no dia 5 de Outubro de 2005 por um grupo de cidadãos indignados com a demolição do antigo edifício-sede da polícia política fascista portuguesa, a PIDE, e sua substituição por um condomínio fechado, sem que nele figurasse uma adequada menção à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! nasceu de uma acção de protesto realizada no dia 5 de Outubro de 2005 por um grupo de cidadãos indignados com a demolição do antigo edifício-sede da polícia política fascista portuguesa, a PIDE, e sua substituição por um condomínio fechado, sem que nele figurasse uma adequada menção à memória do sofrimento causado aos portugueses pelo regime ditatorial que vigorou durante quase 50 anos.</p>
<p>Desta iniciativa cívica resultou um vasto movimento de cidadãos, democrático, plural e aberto, motivado pela exigência da salvaguarda, investigação e divulgação da memória da resistência antifascista, que considera ser a preservação condigna desta memória responsabilidade do Estado, do conjunto dos poderes públicos e da sociedade.<br />
<span id="more-181"></span></p>
<p>Um das primeiras iniciativas do Movimento foi a de organizar uma petição nacional, que alcançou o número de 6.007 subscritores (4.810 por subscrição directa do abaixo-assinado e 1.198 por adesão electrónica) – entre eles os antigos Presidentes da República, Jorge Sampaio e Mário Soares – e que foi entregue a 27 de Julho de 2006, na Assembleia da República por uma delegação do Movimento. A petição foi encaminhada pelo presidente da Assembleia da República à Comissão Parlamentar de Direitos Constitucionais – Direitos, Liberdades e Garantias, que a integrou nos seus trabalhos e nomeou o deputado Marques Júnior para seu relator.</p>
<p>De forma a poder apresentar os seus objectivos e concretizar projectos que configurem um Roteiro Nacional da Memória da Resistência e da Liberdade, o Movimento realizou audiências com todos os grupos parlamentares no sentido de os motivar para apoiar os objectivos contidos na Petição então apresentada.</p>
<p>Dentre as acções desenvolvidas deve ser citada a visita organizada ao Forte de Peniche, no dia 1º de Abril de 2006, outro dos presídios onde a ditadura do Estado Novo encerrava os seus opositores políticos no desrespeito absoluto aos mais elementares direitos humanos.</p>
<p>Assinale-se, ainda, a negociação em curso com a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e com o promotor imobiliário da Rua António Maria Cardoso, que já manifestou, em carta enviada ao Movimento, a intenção de disponibilizar um espaço no condomínio, onde se inscreva a memória dos resistentes no seu combate pela liberdade e democracia e a referência histórica ao uso da repressão e tortura por parte da polícia política do regime. Foi dado conhecimento à CML da constituição de Grupo de acompanhamento do projecto museológico, formada pelo designer Henrique Cayatte, pelos arquitectos Nuno Teotónio Pereira, Raul Hestnes Ferreira e Rui Pimentel, pelo engenheiro Fernando Vicente e pela historiadora Irene Pimentel.</p>
<p>Merece, também, destaque a acção realizada pelo Movimento, no dia 1º de Julho de 2006 junto ao antigo presídio do Aljube, que reuniu mais de 200 pessoas e contou com a presença de muitos antigos presos políticos. O presídio do Aljube é dos principais paradigmas da repressão exercida sobre a população portuguesa pela PVDE/PIDE/DGS. Pelos “curros” do Aljube passaram, anos a fio, os cidadãos que apenas lutavam pela conquista dos direitos democráticos.</p>
<p>Por tal razão, entende o Movimento que este é um local de eleição para aí ser instalado um <strong>Museu da Resistência e Liberdade</strong>. A audiência havida com o ministro da Justiça, Alberto Costa – ele próprio um antigo preso político – abre perspectivas promissoras neste sentido. </p>
<p>Justifica-se, também, mencionar a audiência havida com o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, que se realizou no dia 10 de Agosto de 2006. O ministro evidenciou a disponibilidade do Governo para dar seguimento à Resolução que a Assembleia da República vier a aprovar, na sequência do debate parlamentar, sobre a Petição apresentada pelo Movimento (debate que teve lugar no passado dia 30 de Março). Santos Silva afirmou ainda a vontade governamental em acompanhar as iniciativas do Movimento, designadamente sempre que a propriedade dos imóveis fosse do Estado. Deu como exemplos o Tribunal da Boa-Hora e o Aljube, em Lisboa, o Forte de Peniche, nesta cidade litoral, e a antiga sede da PIDE/DGS, no Porto. </p>
<p>Não pode deixar de ser igualmente referido o Manifesto do Núcleo do Movimento no Porto, o qual, entre os objectivos que estabelece em prol da salvaguarda da memória da luta antifascista, coloca a criação de um Museu da Resistência ao Fascismo, a ser instalado na antiga sede da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS. A saída do Museu Militar, noticiado pela imprensa, que actualmente ocupa essas instalações, cria, por certo, condições facilitadoras para concretizar este projecto.</p>
<p>Importa, ainda, referir o primeiro objectivo histórico alcançado pelo Movimento, com a afixação, no dia 6 de Dezembro de 2006, de uma lápide no Tribunal da Boa Hora, evocativa do que foi a ignomínia e iniquidade dos “tribunais plenários”.</p>
<p>No início deste ano o Movimento empreendeu algumas iniciativas, dentre as quais cabe destacar a organização do Festival “Vozes ao Alto” momento de celebração das canções da resistência. </p>
<p>A 8 de Março, para assinalar o Dia Internacional da Mulher, teve lugar um colóquio sobre o tema “ A Mulher e a Resistência&#8221;, com a participação de antigas resistentes, seguido de romagem a Coruche e ao Couço, a 10 de Março.</p>
<p>Para finalizar, lembremos as próximas iniciativas previstas:<br />
- Colóquio na Ordem dos Arquitectos, na 1ª quinzena de Abril,<br />
- Colóquio na Ordem dos Advogados, na 1ª quinzena de Junho, ambos para debater a temática relacionada com o espaço de memória a preservar na antiga sede da PIDE-DGS, na Rua António Maria Cardoso<br />
- Participação no desfile do 25 de Abril, seguido da manifestação de protesto e apelo à preservação da memória na Rua António Maria Cardoso.</p>
<p>O Movimento Não Apaguem a Memória! consciente de que devem ser mobilizados todos os esforços para tornar exequíveis os projectos referidos, pese embora o seu carácter cívico, plural e autónomo, tem procurado manter diálogo com diversas entidades que prosseguem finalidades similares, tais como a Associação 25 de Abril (na qual o Movimento tem a sua sede), a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) e a Fundação Mário Soares .</p>
<p>Março de 2007</p>]]></content:encoded>
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		<title>Roteiro Nacional da Memória da Resistência e da Liberdade</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 00:24:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este Roteiro é uma lista de locais em permanente actualização, e é resultado de algumas contribuições advindas de apoiantes do Movimento. Esta lista está incompleta e o objectivo da publicação é precisamente recolher novos lugares de memória. 1. A cadeia do Aljube. 2. O Forte de Peniche. As casas e os moradores, muitos pescadores, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este Roteiro é uma lista de locais em permanente actualização, e é resultado de algumas contribuições advindas de apoiantes do Movimento.</p>
<p>Esta lista está incompleta e o objectivo da publicação é precisamente recolher novos lugares de memória.</p>
<p>1. A cadeia do Aljube.<br />
2. O Forte de Peniche. As casas e os moradores, muitos pescadores, de Peniche, onde eram  recebidos, as mais das vezes sem pagamento, os familiares dos presos aquando das visitas ao forte. As mercearias e os cafés que tantas vezes nada cobraram quando sabiam a quem se destinavam as compras. Falar com estas gentes e descobrir as histórias é também uma forma de  preservar a memória, uma memória viva.<br />
3. A prisão de Caxias.<br />
4. A sede da PIDE/DGS e suas delegações no Porto, Coimbra&#8230;<br />
5. Os Tribunais Plenários da Boa Hora em Lisboa e de S. João Novo no Porto.<br />
6. O Tribunal Militar.<br />
7. Os Presídios Militares.<br />
8. A Companhia Disciplinar de Penamacor.<br />
9. A Prisão de Angra do Heroísmo.<br />
10. O Campo de Concentração do Tarrafal.<br />
11. A cantina da cidade universitária, Lisboa.<br />
12.O quartel de Beja.<br />
13. O local onde morreu José Ribeiro dos Santos, Lisboa<br />
14. A sala 17 de Abril do edifício das matemáticas da Universidade de Coimbra onde Alberto Martins tomou a palavra no dia da inauguração, em 1969, e na presença de Américo Tomás.<br />
15. Grândola, Vila Morena e a sede da &#8220;Musica Velha&#8221; a quem o Zéca  dedicou mais tarde a musica.<br />
16. O Largo do Carmo, em Lisboa, lugar do 25 de Abril.<br />
17. O Quartel do Carmo.<br />
18. A casa de Aristides Sousa Mendes, em Cabanas de Viriato, onde  passaram muitos refugiados.<br />
19. O Núcleo Museológico do Posto de Comando do MFA (NMPCMFA), de onde se comandaram todas as operações do 25 de Abril<br />
20. O apartamento da Rua Prof. Dr. Abreu Lopes, em Odivelas onde se realizou em Outubro de 1973 uma importante reunião preparatória do 25  de  Abril (devidamente assinalado por uma placa alusiva).<br />
21. A rua onde caiu às balas da PIDE o comunista Dias Coelho,  actualmente com o seu nome, no Calvário, Lisboa.<br />
22. Outros lugares onde foram realizadas reuniões preparatórias do 25 de Abril: Alcaçovas, Óbidos, Cascais, Caparica, Clube Militar Naval, S. Pedro do Estoril&#8230;<br />
23. Edifício nº 125 da Rua da Misericórdia, última sede dos serviços de censura à imprensa rebaptizados de Exame Prévio por Marcello Caetano.<br />
24. A casa onde viveu e foi assassinado pela PIDE (que tentou impedir na saída do funeral a homenagem de milhares de pessoas) o estudante Ribeiro Sanches.<br />
25. Presidio militar da Trafaria (concelho de Almada, propriedade da CM de Almada) onde estiveram  presos vários militares revoltosos, sobretudo o do golpe falhado em Março de 1974 (carece confirmação).<br />
26. Lugar onde a Cataria Eufémia foi morta em Baleizão (freguesia), concelho de Beja. Existem nesta freguesia vários simbolos que recordam o que aconteceu.</p>
<p>Podem enviar sugestões e/ou contribuições pelos meios habituais lista <i>Todos</i> ou no caso de não pertencer ao Movimento para o nosso correio electrónico <a href="mailto:&#x63;&#x6f;&#x6e;&#x74;&#x61;&#x63;&#x74;&#x6f;&#x40;&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2e;&#x6f;&#x72;&#x67;"><span class="oe_textdirection">&#x67;&#x72;&#x6f;&#x2e;&#x61;&#x69;&#x72;&#x6f;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x73;&#x69;&#x61;&#x6d;<span class="oe_displaynone">null</span>&#x40;&#x6f;&#x74;&#x63;&#x61;&#x74;&#x6e;&#x6f;&#x63;</span></a>.</p>
<p><small>[ lista actualizada em 2006/12/10 ]</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;O último dia da PIDE, 26 de Abril no Porto&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Aug 2006 14:42:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[livro em edição do Movimento Democrático do Porto livro &#8220;O Último dia da PIDE, 26 de Abril no Porto&#8221; (formato: PDF; tamanho: 1.6MB).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>livro em edição do Movimento Democrático do Porto</em></p>
<p><a id="p65" href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2006/08/oultimodiadapide.pdf" target="_blank"><br />
<img id="image67" src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2006/08/oultimodiadapide.gif" alt="Capa do livro &quot;O último dia da PIDE, 26 de Abril no Porto&quot;" /><br />
livro &#8220;O Último dia da PIDE, 26 de Abril no Porto&#8221;</a> (formato: PDF; tamanho: 1.6MB).</p>]]></content:encoded>
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