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	<title>Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! &#187; destacado</title>
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	<description>Porque sem memória não há futuro.</description>
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		<title>TARRAFAL: uma prisão, dois continentes, Colóquio Internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 14:04:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este colóquio será transmitido em directo nesta página.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este colóquio será transmitido em directo nesta página.</strong></p>
<p><a href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/convite_tarrafal_29out.jpg"><img class="aligncenter wp-image-371" title="convite_tarrafal_29out" src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/convite_tarrafal_29out.jpg" alt="" width="500" height="1163" /></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Associação quer memorial às vítimas da PIDE</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 10:27:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Local escolhido é um muro em frente à antiga sede da polícia política A associação cívica «Não Apaguem a Memória» (NAM) quer fazer um memorial, com artistas portugueses, às vítimas do fascismo e da repressão da PIDE num muro em frente à antiga sede da polícia política, em Lisboa.  O projecto foi revelado por Raimundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Local escolhido é um muro em frente à antiga sede da polícia política</strong></p>
<p>A associação cívica «Não Apaguem a Memória» (NAM) quer fazer um memorial, com artistas portugueses, às vítimas do fascismo e da repressão da PIDE num muro em frente à antiga sede da polícia política, em Lisboa. </p>
<p><span>O projecto foi revelado por Raimundo Narciso, da direcção da associação, no final de uma audiência, esta manhã, com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. </span></p>
<p><span>Esse memorial ficaria num muro situado na Rua António Maria Cardoso, junto ao edifício onde funcionou a sede da PIDE/DGS, e que fica numa propriedade do Marquês de Pombal. </span></p>
<p><span>Em declarações à Agência Lusa, Raimundo Narciso, presidente da NAM, afirmou que já foram feitos contactos com o dono da propriedade e com a Câmara Municipal de Lisboa para ser criado esse memorial. </span></p>
<p><span>O projecto passa por convidar artistas portugueses para fazer esse memorial «não só de evocação das vítimas da PIDE, mas também dos defensores da liberdade e de evocação do 25 de Abril» de 1974. </span></p>
<p><span>Para esta iniciativa, além dos proprietários e da câmara lisboeta, a associação «Não Apaguem a Memória» pretende ter o apoio de «organizações com interesse na memória» desses anos, como a Fundação Humberto Delgado ou a Fundação Mário Soares ou a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP). </span></p>
<p><span>Outros dos projectos são a criação de um museu da resistência e liberdade na antiga cadeia do Aljube, além de um núcleo museológico no local da antiga sede da polícia, transformado em condomínio privado</span></p>
<address>notícia da Lusa</address>
</blockquote>
<p> </p>]]></content:encoded>
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		<title>50 anos da carta de D. António Ferreira Gomes a Salazar evocados domingo em COIMBRA</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 10:21:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cidadãos de Coimbra evocam domingo a carta a Salazar que o bispo do Porto D. António Ferreira Gomes escreveu há 50 anos, demonstrando que uma parte da Igreja Católica estava contra a ditadura  O historiador Amadeu Carvalho Homem, que participa na homenagem ao prelado que desafiou António Salazar, disse hoje à agência Lusa que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Cidadãos de Coimbra evocam domingo a carta a Salazar que o bispo do Porto D. António Ferreira Gomes escreveu há 50 anos, demonstrando que uma parte da Igreja Católica estava contra a ditadura </p>
<p>O historiador Amadeu Carvalho Homem, que participa na homenagem ao prelado que desafiou António Salazar, disse hoje à agência Lusa que o ditador <strong>«não foi capaz de contestar os aspectos fundamentais da carta»</strong>.<span></p>
<p></span><strong>«Uma certa Igreja estava em profunda discrepância com o regime»</strong>, sublinhou, lembrando que <strong>«Salazar teve sempre a preocupação de se apresentar como muito próximo das estruturas»</strong> da Igreja de Roma, chefiada em Portugal pelo seu amigo cardeal António Cerejeira.<span></p>
<p></span>Além de Carvalho Homem, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (UC), intervêm na sessão evocativa José Manuel Pureza, professor da Faculdade de Economia da UC, e José Dias, membro do movimento cívico Não Apaguem a Memória e principal promotor do programa.<span></p>
<p></span><strong>«A carta do bispo do Porto produziu o efeito de uma bomba»</strong>, por revelar que, ao contrário da ideia que Salazar tentava fazer passar, <strong>«havia em Portugal, afinal, duas igrejas»</strong>, uma tradicional e conservadora – <strong>«mais ou menos cúmplice de tudo o que o Estado Novo fazia»</strong> – e outra progressista, que tinha críticas a fazer-lhe.<span></p>
<p></span>Frisando que D. António Ferreira Gomes, condenado ao exílio por ter posto em causa a ditadura, <strong>«era um dos grandes intelectuais portugueses do seu tempo»</strong>, Carvalho Homem disse que a carta a Salazar veio <strong>«acrescentar uma dimensão política»</strong> à sua acção enquanto pastor da Igreja.<span></p>
<p></span>Em declarações à Lusa, José Manuel Pureza disse que a carta do bispo do Porto <strong>«em bom rigor não era uma carta»</strong>, mas antes <strong>«um documento preparatório de uma reunião»</strong> que D. António teria com Salazar.<span></p>
<p></span>Foi escrito a 13 de Julho de 1958, no rescaldo das eleições presidenciais, ganhas pelo candidato do regime, Américo Thomaz, um desfecho contestado pela oposição, que apoiava Humberto Delgado.<span></p>
<p></span>Na carta, o prelado afirmava <strong>«que o comunismo pode coincidir com certas incidências concretas da sociologia cristã, que lhe é anterior, sem que por isso haja razão ou vantagem em falar de filocomunismo ou criptocomunismo para lançar a divisão entre cristãos»</strong>.<span></p>
<p></span>O bispo do Porto dirigia-se a um ditador que não conhecia o estrangeiro e que nunca visitou os territórios de além-mar que constituíam o império <strong>«do Minho a Timor»</strong>.<span></p>
<p></span><strong>«Apesar do meu feitio sedentário, não tenho nos últimos anos recusado as oportunidades que se me oferecem de viajar pela Europa (…). Não poderei dizer quanto me aflige o já hoje exclusivo privilégio português do mendigo, do pé-descalço, do maltrapilho»</strong>, lamentava.<span><br />
</span>Para José Pureza, a carta a Salazar é <strong>«um gesto de muita coragem»</strong> e traduz <strong>«uma reflexão crítica vinda da Igreja, considerada um dos pilares do regime»</strong>.<span></p>
<p></span>O docente universitário salientou que o documento de D. António questiona <strong>«aspectos centrais»</strong> do Estado Novo, como o corporativismo e a relação do capital com o trabalho, bem como <strong>«a autonomia, ou não, dos católicos face ao regime»</strong>.<span></p>
<p></span>Na sua opinião, o prelado veio afirmar também <strong>«o primado da consciência»</strong>, demonstrando <strong>«que o pluralismo das escolhas é um bem ao serviço da mensagem cristã»</strong>.<span></p>
<p></span><strong>«A carta tem ainda um juízo crítico muito actual, que é o do primado das finanças públicas sobre as pessoas»</strong>, disse, para recordar que <strong>«a grande obsessão de Salazar pelo equilíbrio das contas públicas é um velho mote da política portuguesa»</strong>.<span></p>
<p></span>A homenagem a D. António Ferreira Gomes, em Coimbra, visa <strong>«não descuidar a memória daqueles que se revêem na atitude que tomou há 50 anos»</strong>, segundo José Dias.<span></p>
<p></span><strong>«Foi a primeira vez que um destacado membro da Igreja questionou o corporativismo, apelando ao sindicalismo livre e defendendo o direito à greve»</strong>, enfatizou o organizador.<span></p>
<p></span>A sessão realiza-se domingo, às 11h00, junto ao monumento ao 25 de Abril, defronte do edifício onde funcionou a PIDE, a polícia política da ditadura. </p>
<address>Lusa / SOL </address>
<p> </p></blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Deputado Marques Junior no Parlamento</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 14:30:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Discurso do Deputado Marques Junior aquando da aprovação da Resolução Parlamentar no dia 6 de Junho: Projecto de resolução n.º 330/X — Divulgação às futuras gerações dos combates pela liberdade na resistência à ditadura e pela democracia O Sr. Presidente: — Sr.as e Srs. Deputados, se não virem inconveniente, antes das votações regimentais, apreciaremos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discurso do Deputado Marques Junior aquando da aprovação da Resolução Parlamentar no dia 6 de Junho:</p>
<p><span id="more-309"></span></p>
<blockquote><p>Projecto de resolução n.º 330/X — Divulgação às futuras gerações dos combates pela liberdade na resistência à ditadura e pela democracia<br />
O Sr. Presidente: — Sr.as e Srs. Deputados, se não virem inconveniente, antes das votações regimentais, apreciaremos o projecto de resolução n.º 330/X — Divulgação às futuras gerações dos combates pela liberdade na resistência à ditadura e pela democracia (PS, PSD, CDS-PP, PCP, BE e Os Verdes). Cada grupo parlamentar dispõe de 2 minutos, tal como o Governo.<br />
O primeiro orador inscrito é o Sr. Deputado Marques Júnior, a quem concedo a palavra.</p>
<p>O Sr. Marques Júnior (PS): — Sr. Presidente, Srs. Deputados: O projecto de resolução que estamos a apreciar pretende divulgar às futuras gerações, através de um conjunto de propostas e de recomendações, o que foram os combates pela liberdade e pela democracia, valores que hoje são assumidos como referência da nossa vida quotidiana, como, aliás, a subscrição do diploma, por parte de todos os grupos parlamentares, atesta de forma inequívoca.<br />
A este propósito, porque o projecto de resolução fala por si, gostaria de tecer duas considerações de ordem geral.<br />
A primeira, para saudar todos os cidadãos do Movimento Cívico «Não apaguem a memória», que apresentaram a respectiva petição à Assembleia da República, e para sublinhar o facto de a mesma petição ter dado origem ao presente projecto de resolução, assim correspondendo ao apelo daqueles cidadãos.<br />
A segunda, sendo eu próprio um dos Deputados que trabalhou este projecto de resolução, para agradecer a todos os Deputados desta Câmara, sem excepção, e, em particular, a todos os líderes dos vários grupos parlamentares, a sua disponibilidade, a sua boa vontade e o seu empenho que tornaram possível este projecto de resolução, demonstrando a todos os portugueses que, quando falamos da democracia e da liberdade, estamos todos unidos de facto, sem tabus, superando as nossas naturais divergências.<br />
A respeito deste diálogo que tive oportunidade de estabelecer com todos os Srs. Deputados e, em particular, com os líderes parlamentares, devo dizer que, apesar de ter sido simples a elaboração deste projecto de resolução, representou, para mim, um dos momentos mais gratificantes que vivi ao longo destes anos na Assembleia da República.</p>
<p>O Sr. Presidente: — Queira concluir, Sr. Deputado.</p>
<p>O Sr. Marques Júnior (PS): — Diria que, neste caso concreto, e perante o teor desta resolução e a unanimidade de que é alvo, é como reviver por momentos os ideais mais puros e sublimes do 25 de Abril e o próprio dia 25 de Abril de 1974, que então uniu todos os portugueses e nos une aqui, agora, na defesa da liberdade e da democracia.<br />
Para terminar, Sr. Presidente, se me é permitido, e se não considerarem abusivo da minha parte, gostaria de, em nome desses ideais, dizer a todos os Deputados: muito obrigado!</p>
<p>Aplausos do PS, com Deputados de pé, do PCP, do BE, de Os Verdes e da Deputada não inscrita Luísa Mesquita.</p>
</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Caminhos da Memória (blog)</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 10:59:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conheça o novo blog Caminhos da Memória Caminhos da Memória é um blogue que pretende dar voz a formas de lembrar, de evocar e de interpretar o passado, recorrendo a leituras contemporâneas da história e da memória. Procurará fazê-lo recorrendo a diferentes formulações que se coadunem com as características específicas da blogosfera e que ajudem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça o novo blog <a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com">Caminhos da Memória</a><br />
<a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com"></a><br />
<em>Caminhos da Memória é um blogue que pretende dar voz a formas de lembrar, de evocar e de interpretar o passado, recorrendo a leituras contemporâneas da história e da memória.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-308 aligncenter" title="blog Caminhos da Memória" src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/06/cropped-caminhos5-300x57.jpg" alt="" width="300" height="57" /></p>
<p><em>Procurará fazê-lo recorrendo a diferentes formulações que se coadunem com as características específicas da blogosfera e que ajudem a desenhar percursos para redescobrir os legados que recebemos do país e do mundo.</p>
<p></em></p>
<p><em>Incluirá também informação sobre documentos, livros, filmes e eventos relacionados com os objectivos que nos propomos perseguir, bem como ligações a instituições, publicações e blogues que privilegiem temas ligados à memória e à história.</em></p>
<p><small><a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com">http://caminhosdamemoria.wordpress.com</a></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Informação da Direcção – Nº 1</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 16:32:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Direcção recém-eleita realizou duas reuniões, abertas aos companheiros dos restantes corpos sociais, para fazer o balanço do processo eleitoral e determinar as tarefas prioritárias da Associação Movimento Cívico “Não apaguem a Memória!” (NAM). Os resultados eleitorais foram de 178 votos a favor da nossa (e única) lista, 10 votos brancos e 22 anulados, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Direcção recém-eleita realizou duas reuniões, abertas aos companheiros dos restantes corpos sociais, para fazer o balanço do processo eleitoral e determinar as tarefas prioritárias da Associação Movimento Cívico “Não apaguem a Memória!” (NAM).</p>
<p>Os resultados eleitorais foram de 178 votos a favor da nossa (e única) lista, 10 votos brancos e 22 anulados, por não cumprirem as normas eleitorais. Atendendo às circunstâncias em que decorreram as primeiras eleições da Associação NAM, considerámos que o resultado foi positivo e inequívoco. </p>
<p>Completado o processo eleitoral e eleitos ao órgãos sociais a tarefa mais urgente é a recuperação da actividade dos primeiros tempos do NAM praticamente interrompida durante quase um ano, conseguir o dinamismo indispensável à prossecução dos objectivos de sempre.</p>
<p>Registamos como um marco auspicioso na vida da Associação a aprovação, unânime como desejávamos, foi o facto de Assembleia da República ter chegado a acordo sobre a petição que apresentámos há mais de um ano. De facto, após algumas alterações consensuais dos líderes de todas as bancadas parlamentares, foi aprovado por unanimidade o projecto apresentado pelo deputado António Marques Júnior. Trata-se do primeiro objectivo alcançado pelo NAM, para o qual trabalharam muitos companheiros.</p>
<p>Nos primeiros dias procedemos às indispensáveis obrigações burocráticas de fazer a inscrição da Associação no Registo de Pessoas Colectivas e nas Finanças. De seguida, foram tomadas algumas medidas sobre o funcionamento do NAM, tais como a substituição da lista “TODOS” por um grupo de discussão de livre inscrição e a criação uma “mailing list” em substituição da lista “INFO”. Igualmente o blogue e o “site” estão a ser avaliados e sofrerão ajustamentos ou alterações, para os tornar mais eficazes e estimulantes e estamos a actualizar a da base de dados dos sócios da Associação.</p>
<p>Começámos a projectar a implementação de Núcleos do NAM nas cidades e locais onde existe um número significativo de sócios, para além do Porto, que tem desenvolvido um trabalho a todos os títulos excepcional. Já fizemos o levantamento dessa situação e iremos contactar esses companheiros em data oportuna.</p>
<p>Tal como sempre afirmámos, são os Grupos de Trabalho (GTs) o motor da actividade do NAM. Em consequência, a primeira prioridade foi recuperar o trabalho dos GTs existentes, para o que começámos a endereçar convites aos companheiros que os integravam e que manifestaram intenção de continuar o trabalho anterior. Também serão criados novos GTs, para responder a novos projectos de acção. Assim, demos prioridade à criação imediata dos seguintes GTs: 1) António Maria Cardoso + Memorial; 2) Aljube; 3) Roteiros + Materiais Escolares; 4) Relações Internacionais; 5) Lei da Memória.</p>
<p>Também já iniciámos os primeiros contactos para agradecer e manter a disponibilidade do NAM para a continuação da cooperação com instituições com que trabalhámos no passado: Associação 25 de Abril; SPGL; Biblioteca-Museu República e Resistência; URAP; Fundação Mário Soares; Fundação Humberto Delgado. Outras instituições serão contactadas brevemente, de forma a estabelecer parcerias para a intervenção pela preservação da memória.</p>
<p>Entre as actividades que iremos promover ainda este ano, elegemos o aniversário da criação do NAM (5 de Outubro de 2005) e a evocação da abertura do campo de concentração do Tarrafal (29 de Outubro de 1936).</p>
<p> </p>
<p>Lisboa, 8 de Junho de 2008<br />
O Presidente da Direcção</p>
<div>Raimundo Narciso</div>
<p> </p>
<p>Nota:  <em>Lembramos que temos ao nosso dispor uma forma de comunicação entre todos parecida com a anterior lista Todos, mas agora facultativa e com várias modalidades de acesso (mensagens na hora no nosso computador, um pacote por dia com todas as mensagens ou ler as mensagens no sítio do Yahoo: </em><a href="http://groups.yahoo.com/group/maismemoria" target="_blank"><em>http://groups.yahoo.com/group/maismemoria</em></a><em> . É necessário, e fácil, ir a este sítio fazer a inscrição seguindo as instruções. Depois do registo para enviar mensagens para todos há o endereço </em><a href="mailto:&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om"><em>&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om</em></a><em> e para contactar o moderador deste grupo o email: </em><a href="mailto:&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2d;&#x6f;&#x77;&#x6e;&#x65;&#x72;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om"><em>&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2d;&#x6f;&#x77;&#x6e;&#x65;&#x72;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om</em></a><em>.</em></p>]]></content:encoded>
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		<title>AR: Partidos unidos em resolução para lembrar luta contra ditadura e pela democracia</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 22:05:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lisboa, 06 Jun (Lusa) Os partidos uniram-se hoje na aprovação, por unanimidade e aclamação, de uma resolução para promover o conhecimento da luta contra a ditadura e pela democracia, por iniciativa do deputado do PS e capitão de Abril Marques Júnior. Na hora da votação, os deputados de esquerda (PS, PCP, Bloco de Esquerda e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>Lisboa, 06 Jun (Lusa)</code></p>
<p>Os partidos uniram-se hoje na aprovação, por unanimidade e aclamação, de uma resolução para promover o conhecimento da luta contra a ditadura e pela democracia, por iniciativa do deputado do PS e capitão de Abril Marques Júnior.</p>
<p>Na hora da votação, os deputados de esquerda (PS, PCP, Bloco de Esquerda e PEV) e parte dos do PSD aplaudiram de pé, enquanto parte da bancada dos sociais-democratas e do CDS-PP optaram por bater palmas sentados.</p>
<p>O texto, subscrito pelos líderes de todas as bancadas, propõe o apoio, por parte do Estado, à criação de um Museu da Liberdade e da Resistência, com sede na antiga Cadeia do Aljube, em Lisboa e de um Roteiro Nacional da Liberdade e da Resistência espalhado pelo país de locais ligados à luta antifascista e à revolução de Abril de 1974.</p>
<p>Durante o debate, todas as bancadas exprimiram o apoio à resolução e aos seus objectivos, como permitir que as gerações que não viveram a ditadura conheçam a luta de quem se opôs ao regime de Salazar e Caetano.</p>
<p>Um dos objectivos traçado na resolução é a introdução, &#8220;ao nível do ensino, incluindo ao nível dos programas curriculares, dos valores da democracia e da liberdade através do conhecimento da história contemporânea, com referência ao período da ditadura, ao seu derrube em 25 de Abril de 1974 e ao processo de consolidação do regime democrático&#8221;.</p>
<p>O deputado socialista Marques Júnior confessou que a aprovação da resolução foi &#8220;um dos momentos mais gratificantes&#8221; que viveu no Parlamento e em que se celebram &#8220;os ideais mais puros e sublimes&#8221; do 25 de Abril.</p>
<p>O PCP, através do líder parlamentar, Bernardino Soares, afirmou que a resolução e as propostas feitas são importantes para que se faça &#8220;um combate ao branqueamento do regime salazarista e fascista&#8221;.</p>
<p>Já Guilherme Silva, deputado do PSD, realçou a importância da resolução para lembrar às novas gerações &#8220;a conquista da liberdade e da democracia&#8221; em 1974, afirmando que &#8220;o 25 de Abril vai muito além dos partidos&#8221;, até &#8220;pelo consenso que [o texto] recolheu&#8221; no Parlamento.</p>
<p>Fernando Rosas, historiador e deputado do Bloco de Esquerda, justificou o apoio do seu partido à necessidade de, em democracia, se preservar a memória histórica e apelou à &#8220;celebração do longo caminho pela democracia em Portugal&#8221;.</p>
<p>O deputado João Rebelo, do CDS-PP, registou a adesão dos democratas-cristãos à iniciativa de Marques Júnior e afirmou que a resolução, como os valores da liberdade, &#8220;é de todos partidos e não só de um&#8221;.</p>
<p>Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista &#8220;Os Verdes&#8221;, assinalou também que a aprovação do texto é &#8220;tanto mais importante quanto existe hoje um risco para o branqueamento da ditadura&#8221;.</p>
<p>O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, qualificou a resolução como &#8220;uma homenagem àqueles que combateram pela liberdade, contra a ditadura&#8221;.</p>
<p>A iniciativa da resolução, conduzida por Marques Junior, da discussão suscitada por uma petição do movimento &#8220;Não apaguem a memória&#8221; foi apresentada há mais de um ano.</p>
<p><small>NS.<br />
Lusa/fim</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Prof. Fernando Rosas &#8211; &#8220;Humberto Delgado, o general sem medo&#8221;, Conferência [Porto]</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 14:30:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conferência Prof. Doutor Fernando Rosas Humberto Delgado, o general sem medo   O Núcleo do Porto do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! tem vindo a desenvolver acções visando a preservação da memória histórica dos combates pela liberdade e pela democracia. A próxima iniciativa, com apoio do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="text-decoration: underline;">Conferência</span><br style="text-decoration: underline;" /><span style="text-decoration: underline;"> Prof. Doutor Fernando Rosas</span><br style="text-decoration: underline;" /><strong><em> Humberto Delgado, o general sem medo</em></strong></span></p>
<p> </p>
<p>O Núcleo do Porto do <em>Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!</em> tem vindo a desenvolver acções visando a preservação da memória histórica dos combates pela liberdade e pela democracia.</p>
<p>A próxima iniciativa, com apoio do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto, terá lugar no dia 30 de Maio (sexta-feira), no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça Carlos Alberto), a partir das 21.30 h.</p>
<p>Numa sessão comemorativa dos 50 anos da campanha eleitoral de 1958, o professor Doutor Fernando Rosas proferirá a conferência intitulada <em><strong>Humberto Delgado, o general sem medo</strong></em>, para a qual  convidamos V. Ex.ª a estar presente.</p>
<p>Agradecemos que a notícia desta realização seja transmitida a todos  seus  amigos e correspondentes</p>
<p>O Movimento Cívico Não Apaguem a memória!<br />
Núcleo do Porto</p>
<address style="text-align: right;">PORTO<br />
30 de Maio de 2008 – 21.30 h<br />
Palacete dos Viscondes de Balsemão<br />
Praça Carlos Alberto, 71</address>]]></content:encoded>
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		<title>Projecto de Resolução para a preservação da Memoria da Resistencia e da Liberdade</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:58:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na sequência da Petição entregue pelo NAM foi acordado com o apoio de todos os grupos parlamentares um projecto de Resolução para a preservação da Memoria da Resistencia e da Liberdade. Projecto de Resolução n.º 330/X/3ª.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência da Petição entregue pelo NAM foi acordado com o apoio de todos os grupos parlamentares um projecto de Resolução para a preservação da Memoria da Resistencia e da Liberdade.</p>
<p><a href='http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/05/projectoderesolucao330x3a.pdf'>Projecto de Resolução n.º 330/X/3ª</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Resultados oficiais</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:42:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Concluído o trabalho da Comissão Instaladora – constituída por Fernando Vicente, Isabel Patrício, Jorge Martins, Lúcia Ezaguy e Victor Santos &#8211; gostaria de tornar público um agradecimento muito especialmente dirigido a Fernando Vicente e a Victor Santos pela excelente colaboração, ao longo de todo este processo, marcada pelo rigor, comprometimento e companheirismo. Após o apuramento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concluído o trabalho da Comissão Instaladora – constituída por Fernando Vicente, Isabel Patrício, Jorge Martins, Lúcia Ezaguy e Victor Santos &#8211; gostaria de tornar público um agradecimento muito especialmente dirigido a Fernando Vicente e a Victor Santos pela excelente colaboração, ao longo de todo este processo, marcada pelo rigor, comprometimento e companheirismo.</p>
<p>Após o apuramento da votação havida a 17 de Maio último para a eleição dos primeiros corpos sociais da Associação <em>Movimento Cívico Não Apaguem a Memória</em>! divulgamos abaixo os resultados (conforme Acta nº 2 anexa):</p>
<p>Votos válidos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 188<br />
Lista A&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;178<br />
Brancos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;10<br />
Anulados&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..22</p>
<p>Mais se informa que foi dada posse aos titulares dos corpos sociais eleitos pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral Constitutiva, Fernando Vicente.</p>
<p>Divulga-se também, em anexo, uma <a href="http://maismemoria.org/mm/2008/05/23/recomendacao-da-comissao-instaladora-a-direccao-da-associacao-recem-eleita/">Recomendação da Comissão Instaladora à Direcção da Associação recém-eleita</a>.</p>
<p>Podem consultar ainda a <a href="http://maismemoria.org/mm/2008/05/23/acta-numero-dois/">Acta número dois</a>.</p>]]></content:encoded>
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