Este colóquio será transmitido em directo nesta página.
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Valorizar a história das lutas pela liberdade e preservar a memória da resistência à opressão do Estado Novo são finalidades da associação/movimento “Não Apaguem a Memória!”, cujo núcleo do Porto promove, no decorrer dos meses de Setembro e Outubro, as seguintes actividades:
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
17.30h – Inauguração da exposição de fotografias de Orlando Falcão “Tarrafal, lugar de memória”
Museu Militar do Porto (edifício da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS, sito na esquina da Rua do Heroísmo com o Largo de Soares dos Reis)
21.30h – Plenário regional de sócios, aderentes e activistas do movimento “Não Apaguem a Memória!”
Auditório do Sindicato de Professores do Norte, sito na Rua D. Manuel II, 51-C, 2º andar (Porto)
Sábado, 25 de Outubro de 2008
Museu Militar do Porto (edifício da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS, sito na esquina da Rua do Heroísmo com o Largo de Soares dos Reis)
15.30h – Conferência pelo Prof. Doutor Manuel Loff: ”O Tarrafal e a Opressão Salazarista”
16.30h – Debate
18.00h – Encerramento da exposição de fotografias de Orlando Falcão “Tarrafal, Lugar de Memória”
Local escolhido é um muro em frente à antiga sede da polícia política
A associação cívica «Não Apaguem a Memória» (NAM) quer fazer um memorial, com artistas portugueses, às vítimas do fascismo e da repressão da PIDE num muro em frente à antiga sede da polícia política, em Lisboa.
O projecto foi revelado por Raimundo Narciso, da direcção da associação, no final de uma audiência, esta manhã, com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
Esse memorial ficaria num muro situado na Rua António Maria Cardoso, junto ao edifício onde funcionou a sede da PIDE/DGS, e que fica numa propriedade do Marquês de Pombal.
Em declarações à Agência Lusa, Raimundo Narciso, presidente da NAM, afirmou que já foram feitos contactos com o dono da propriedade e com a Câmara Municipal de Lisboa para ser criado esse memorial.
O projecto passa por convidar artistas portugueses para fazer esse memorial «não só de evocação das vítimas da PIDE, mas também dos defensores da liberdade e de evocação do 25 de Abril» de 1974.
Para esta iniciativa, além dos proprietários e da câmara lisboeta, a associação «Não Apaguem a Memória» pretende ter o apoio de «organizações com interesse na memória» desses anos, como a Fundação Humberto Delgado ou a Fundação Mário Soares ou a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP).
Outros dos projectos são a criação de um museu da resistência e liberdade na antiga cadeia do Aljube, além de um núcleo museológico no local da antiga sede da polícia, transformado em condomínio privado
notícia da Lusa

