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	<title>Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!</title>
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	<description>Porque sem memória não há futuro.</description>
	<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 09:14:05 +0000</pubDate>
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		<title>NAM</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 15:16:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para comemorar 3 anos de vida do NAM, no dia em que se comemora a implantação da República, 16 jovens artistas com a colaboração do Professor Lima de Carvalho da Faculdade de Belas Artes, pintaram este painel para sensibilizar a opinião pública quanto à necessidade de preservar a memória da resistência à ditadura e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="announcement_post"><p><a href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/painel20081005d.jpg"><img src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/painel20081005d.jpg" alt="" title="painel criado no 5 de Outubro de 2008" width="400" height="126" class="aligncenter size-medium wp-image-356" /></a><br />
<br />Para comemorar 3 anos de vida do NAM, no dia em que se comemora a implantação da República, 16 jovens artistas com a colaboração do Professor Lima de Carvalho da Faculdade de Belas Artes, pintaram este painel para sensibilizar a opinião pública quanto à necessidade de preservar a memória da resistência à ditadura e da liberdade conquistada.</p>
<p>Foi na Rua António Maria Cardoso, frente à ex-sede da PIDE/DGS, em Lisboa. Mais de 100 pessoas acompanharam o acto de criação artística.<br />
<br />Edmundo Pedro, Nuno Teotónio Pereira e outros ex-presos políticos inscreveram na tela os nomes das prisões por onde passaram.</p>
<p>Com este acto público o  <strong><em>NAM </em></strong>apelou<em> </em>à mobilização cidadã para que seja&#8230; [ <a href="http://maismemoria.org/mm/2008/10/06/5-de-outubro-de-2008/">ler mais</a> ]</p>
<p><strong>Documentos essenciais da <a href="http://maismemoria.org/mm/nam/">Associação “Movimento Cívico - Não Apaguem a Memória!”</a></strong>:</p>
<ul>
<li><a href="/mm/form/">Inscrição na associação pela Internet</a>.</li>
<li><a href="http://maismemoria.org/mm/nam/estatutos/">Estatutos</a> <small>(<a title="Estatutos NAM (doc PDF; 56 KB)" href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/03/nam_estatutos.pdf">doc PDF; 60 KB</a>)</small></li>
<li><a href="http://maismemoria.org/mm/nam/regulamento-geral/">Regulamento Geral</a> <small>(<a title="Regulamento NAM (doc PDF; 44 KB)" href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/03/nam_regulamento.pdf">doc PDF; 44 KB</a>)</small></li>
<li><a href="/mm/manifesto/">Manifesto do Movimento</a></li>
</ul>
<p>o blogue NAM: <a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com">Caminhos da Memória</a> <small>(e os anteriores: <a href="http://naoapaguemamemoria2.blogspot.com">2</a> e <a href="http://naoapaguemamemoria.blogspot.com">1</a>)</small></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Comunicado à imprensa, Museu da Resistência de Peniche</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 23:46:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Preocupada com as recentes notícias sobre a projectada construção de uma pousada na Fortaleza de Peniche, a Associação &#8220;Não Apaguem a Memória!&#8221; (NAM) solicitou uma reunião ao presidente da Câmara Municipal de Peniche (CMP), a fim de se informar sobre os exactos termos em que o referido projecto está a ser implementado.
Nessa reunião com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupada com as recentes notícias sobre a projectada construção de uma pousada na Fortaleza de Peniche, a Associação &#8220;Não Apaguem a Memória!&#8221; (NAM) solicitou uma reunião ao presidente da Câmara Municipal de Peniche (CMP), a fim de se informar sobre os exactos termos em que o referido projecto está a ser implementado.</p>
<p>Nessa reunião com o presidente da CMP, realizada no passado dia 7 de Outubro, recolhemos informação suficiente para a imperiosa tomada de posição pública, que agora divulgamos:</p>
<p>Face à banalização de locais tão simbólicos como o da ex-PIDE/DGS, transformado em condomínio de luxo, e à total ausência de políticas públicas de preservação da memória da resistência à ditadura Salazar-marcelista, a Associação NAM entende que compete ao Estado o dever de memória, inviabilizando qualquer utilização da Fortaleza de Peniche que não respeite a memória dos antifascistas ali presos, que sofreram anos de tortura e privação dos seus elementares direitos cívicos para devolver a liberdade a Portugal;</p>
<p>Em consequência, a Associação NAM manifesta a sua firme oposição à construção duma pousada na Fortaleza de Peniche, comprometendo-se publicamente a desenvolver todos os esforços e mobilização cívica para que se impeça a transformação das antigas celas em quartos de um qualquer hotel de luxo;</p>
<p>Finalmente, a Associação NAM, constatando que a preservação do Museu da Resistência de Peniche não está garantida no protocolo assinado em 2002 pela Direcção-Geral do Património, pelo Município de Peniche e pela ENATUR, disponibiliza-se, em cooperação com todos os parceiros interessados, a colaborar na procura de soluções que dignifiquem um dos mais simbólicos espaços da luta antifascista.</p>
<p>A Direcção da Associação <em>&#8220;Não Apaguem a Memória!&#8221;</em><br />
2008-10-08</p>]]></content:encoded>
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		<title>5 de Outubro de 2008</title>
		<link>http://maismemoria.org/mm/2008/10/06/5-de-outubro-de-2008/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 09:45:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para comemorar 3 anos de vida do NAM, no dia em que se comemora a implantação da República, 16 jovens artistas com a colaboração do Professor Lima de Carvalho da Faculdade de Belas Artes, pintaram este painel para sensibilizar a opinião pública quanto à necessidade de preservar a memória da resistência à ditadura e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_327" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/20081005outubro2008.jpg"><img class="size-medium wp-image-327" title="20081005outubro2008" src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/20081005outubro2008-300x186.jpg" alt="5 de Outubro de 2008, NAM" width="300" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">5 de Outubro de 2008, NAM</p></div>
<p>Para comemorar 3 anos de vida do NAM, no dia em que se comemora a implantação da República, 16 jovens artistas com a colaboração do Professor Lima de Carvalho da Faculdade de Belas Artes, pintaram este painel para sensibilizar a opinião pública quanto à necessidade de preservar a memória da resistência à ditadura e da liberdade conquistada.</p>
<p><a href="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/20081005artistas.jpg"><img src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/10/20081005artistas-300x163.jpg" alt="" title="artistas do mural de 5 de Outubro de 2008" width="300" height="163" class="aligncenter size-medium wp-image-353" /></a></p>
<p>Foi na Rua António Maria Cardoso, frente à ex-sede da PIDE/DGS, em Lisboa.<br />
Mais de 100 pessoas acompanharam o acto de criação artística.</p>
<p>Edmundo Pedro, Nuno Teotónio Pereira e outros ex-presos políticos inscreveram na tela os nomes das prisões por onde passaram.</p>
<p>Com este acto público o  <strong><em>NAM </em></strong>apelou<em> </em>à mobilização cidadã para que seja:</p>
<p>1. acautelada a <strong>transmissão dos valores de democracia e da liberdade</strong> às novas gerações, principalmente através do ensino da história da República e da resistência à ditadura militar e ao «Estado Novo».</p>
<p>2. edificado um <strong>Memorial às vítimas da PIDE, </strong>na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa,<strong></strong>através de subscrição pública, que evoque a luta vitoriosa de tantas mulheres e homens pela implantação de um Estado democrático.</p>
<p>3. criado<strong> um Museu da Resistência e da Liberdade, </strong>nas antigas instalações da cadeia do Aljube<strong>, </strong>em Lisboa,<strong> </strong>que se constitua num centro dinamizador, junto com outros espaços evocativos da memoria, com universidades e organizações que desenvolvam relevante actividade neste domínio.</p>
<p>4. <strong>conservado e recuperado o património público </strong>que representa a memória da resistência de tantos portugueses pela conquista da liberdade, tal como a antiga cadeia do Aljube, em Lisboa, as ex-sedes da PIDE/DGS, no Porto e Coimbra, os Fortes de Caxias, de Peniche e Angra do Heroísmo, os campos de concentração de S. Nicolau e do Tarrafal, o presídio militar da Trafaria, a Companhia Disciplinar de Penamacor, entre outros.</p>
<p><strong>5 de Outubro de 2008</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Convocatória para 5 de Outubro</title>
		<link>http://maismemoria.org/mm/2008/10/02/convocatoria-para-5-de-outubro/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 09:09:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No próximo 5 de Outubro, para comemorar o aniversário da República e os três anos de vida do Movimento Cívico, hoje Associação Não Apaguem a Memória!, apelamos à presença de todos no acto público que terá lugar na Rua António Maria Cardoso, a partir das 15.30H, onde um grupo de jovens artistas da Faculdade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo <strong>5 de Outubro</strong>, para <strong>comemorar o aniversário da República e os três anos de vida do Movimento Cívico</strong>, hoje Associação <em>Não Apaguem a Memória!</em>, apelamos à presença de todos no acto público que terá lugar <span style="text-decoration: underline;">na Rua António Maria Cardoso, a partir das 15.30H</span>, onde um grupo de jovens artistas da Faculdade de Belas Artes evocará, numa tela, ao som de música, a luta dos portugueses pela democracia e pela liberdade.</p>
<p>Ali, naquele muro, queremos que se inscreva de forma duradoura esta memória. Não apenas no acto simbólico de uma efeméride, mas com um Memorial às vitimas da repressão da policia política da ditadura.</p>
<p>Esta tela marcará o início de uma iniciativa do <em>NAM</em>! para a criação desse Memorial, através de uma subscrição pública que será lançada em breve.</p>
<p>Lisboa 1 de Outubro de 2008</p>]]></content:encoded>
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		<title>Actividades para Set/Out [Porto]</title>
		<link>http://maismemoria.org/mm/2008/09/19/actividades-para-setout-porto/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 18:33:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Valorizar a história das lutas pela liberdade  e preservar a memória da resistência à opressão do Estado Novo são finalidades da associação/movimento “Não Apaguem a Memória!”, cujo núcleo do Porto promove, no decorrer dos meses de Setembro e Outubro, as seguintes actividades:
 
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
17.30h - Inauguração da exposição de fotografias de Orlando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT">Valorizar a história das lutas pela liberdade<span>  </span>e preservar a memória da resistência à opressão do Estado Novo são finalidades da associação/movimento <strong><em>“Não Apaguem a Memória!”,</em></strong></span><span lang="PT"> cujo núcleo do Porto promove, no decorrer dos meses de Setembro e Outubro, as seguintes actividades:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT"><strong>Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">17.30h - Inauguração da exposição de fotografias de Orlando Falcão <em>&#8220;</em><em><strong>Tarrafal, lugar de memória&#8221;</strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT"><strong><em> <span style="font-style: normal; font-weight: normal;">Museu Militar do Porto (edifício da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS, sito na<span>  </span>esquina da Rua do Heroísmo com o Largo de Soares dos Reis)</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">21.30h - Plenário regional de sócios, aderentes e activistas do movimento <strong><em>&#8220;Não Apaguem a Memória!&#8221;</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal">Auditório do Sindicato de Professores do Norte, sito na Rua D. Manuel II, 51-C, 2º andar (Porto)</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT"><strong>Sábado, 25 de Outubro de 2008</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT"> Museu Militar do Porto (edifício da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS, sito na<span>  </span>esquina da Rua do Heroísmo com o Largo de Soares dos Reis)</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">15.30h - Conferência pelo Prof. Doutor Manuel Loff:<em> &#8221;</em><em><strong>O Tarrafal e a Opressão Salazarista&#8221;</strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">16.30h - Debate </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">18.00h - Encerramento da exposição de fotografias de Orlando Falcão <em><strong>&#8220;Tarrafal, Lugar de Memória&#8221;</strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><small><strong><a href="mailto:&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x70;&#x6f;&#x72;&#x74;&#x6f;&#x40;&#x67;&#x6d;&#x61;&#x69;&#x6c;&#x2e;&#x63;om">&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x70;&#x6f;&#x72;&#x74;&#x6f;&#x40;&#x67;&#x6d;&#x61;&#x69;&#x6c;&#x2e;&#x63;om</a></strong></small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Associação quer memorial às vítimas da PIDE</title>
		<link>http://maismemoria.org/mm/2008/07/10/associacao-quer-memorial-as-vitimas-da-pide/</link>
		<comments>http://maismemoria.org/mm/2008/07/10/associacao-quer-memorial-as-vitimas-da-pide/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 10:27:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Local escolhido é um muro em frente à antiga sede da polícia política
A associação cívica «Não Apaguem a Memória» (NAM) quer fazer um memorial, com artistas portugueses, às vítimas do fascismo e da repressão da PIDE num muro em frente à antiga sede da polícia política, em Lisboa. 
O projecto foi revelado por Raimundo Narciso, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Local escolhido é um muro em frente à antiga sede da polícia política</strong></p>
<p>A associação cívica «Não Apaguem a Memória» (NAM) quer fazer um memorial, com artistas portugueses, às vítimas do fascismo e da repressão da PIDE num muro em frente à antiga sede da polícia política, em Lisboa. </p>
<p><span>O projecto foi revelado por Raimundo Narciso, da direcção da associação, no final de uma audiência, esta manhã, com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. </span></p>
<p><span>Esse memorial ficaria num muro situado na Rua António Maria Cardoso, junto ao edifício onde funcionou a sede da PIDE/DGS, e que fica numa propriedade do Marquês de Pombal. </span></p>
<p><span>Em declarações à Agência Lusa, Raimundo Narciso, presidente da NAM, afirmou que já foram feitos contactos com o dono da propriedade e com a Câmara Municipal de Lisboa para ser criado esse memorial. </span></p>
<p><span>O projecto passa por convidar artistas portugueses para fazer esse memorial «não só de evocação das vítimas da PIDE, mas também dos defensores da liberdade e de evocação do 25 de Abril» de 1974. </span></p>
<p><span>Para esta iniciativa, além dos proprietários e da câmara lisboeta, a associação «Não Apaguem a Memória» pretende ter o apoio de «organizações com interesse na memória» desses anos, como a Fundação Humberto Delgado ou a Fundação Mário Soares ou a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP). </span></p>
<p><span>Outros dos projectos são a criação de um museu da resistência e liberdade na antiga cadeia do Aljube, além de um núcleo museológico no local da antiga sede da polícia, transformado em condomínio privado</span></p>
<address>notícia da Lusa</address>
</blockquote>
<p> </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>50 anos da carta de D. António Ferreira Gomes a Salazar evocados domingo em COIMBRA</title>
		<link>http://maismemoria.org/mm/2008/07/10/50-anos-da-carta-de-d-antonio-ferreira-gomes-a-salazar-evocados-domingo-em-coimbra/</link>
		<comments>http://maismemoria.org/mm/2008/07/10/50-anos-da-carta-de-d-antonio-ferreira-gomes-a-salazar-evocados-domingo-em-coimbra/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 10:21:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cidadãos de Coimbra evocam domingo a carta a Salazar que o bispo do Porto D. António Ferreira Gomes escreveu há 50 anos, demonstrando que uma parte da Igreja Católica estava contra a ditadura 
O historiador Amadeu Carvalho Homem, que participa na homenagem ao prelado que desafiou António Salazar, disse hoje à agência Lusa que o ditador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Cidadãos de Coimbra evocam domingo a carta a Salazar que o bispo do Porto D. António Ferreira Gomes escreveu há 50 anos, demonstrando que uma parte da Igreja Católica estava contra a ditadura </p>
<p>O historiador Amadeu Carvalho Homem, que participa na homenagem ao prelado que desafiou António Salazar, disse hoje à agência Lusa que o ditador <strong>«não foi capaz de contestar os aspectos fundamentais da carta»</strong>.<span></p>
<p></span><strong>«Uma certa Igreja estava em profunda discrepância com o regime»</strong>, sublinhou, lembrando que <strong>«Salazar teve sempre a preocupação de se apresentar como muito próximo das estruturas»</strong> da Igreja de Roma, chefiada em Portugal pelo seu amigo cardeal António Cerejeira.<span></p>
<p></span>Além de Carvalho Homem, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (UC), intervêm na sessão evocativa José Manuel Pureza, professor da Faculdade de Economia da UC, e José Dias, membro do movimento cívico Não Apaguem a Memória e principal promotor do programa.<span></p>
<p></span><strong>«A carta do bispo do Porto produziu o efeito de uma bomba»</strong>, por revelar que, ao contrário da ideia que Salazar tentava fazer passar, <strong>«havia em Portugal, afinal, duas igrejas»</strong>, uma tradicional e conservadora – <strong>«mais ou menos cúmplice de tudo o que o Estado Novo fazia»</strong> – e outra progressista, que tinha críticas a fazer-lhe.<span></p>
<p></span>Frisando que D. António Ferreira Gomes, condenado ao exílio por ter posto em causa a ditadura, <strong>«era um dos grandes intelectuais portugueses do seu tempo»</strong>, Carvalho Homem disse que a carta a Salazar veio <strong>«acrescentar uma dimensão política»</strong> à sua acção enquanto pastor da Igreja.<span></p>
<p></span>Em declarações à Lusa, José Manuel Pureza disse que a carta do bispo do Porto <strong>«em bom rigor não era uma carta»</strong>, mas antes <strong>«um documento preparatório de uma reunião»</strong> que D. António teria com Salazar.<span></p>
<p></span>Foi escrito a 13 de Julho de 1958, no rescaldo das eleições presidenciais, ganhas pelo candidato do regime, Américo Thomaz, um desfecho contestado pela oposição, que apoiava Humberto Delgado.<span></p>
<p></span>Na carta, o prelado afirmava <strong>«que o comunismo pode coincidir com certas incidências concretas da sociologia cristã, que lhe é anterior, sem que por isso haja razão ou vantagem em falar de filocomunismo ou criptocomunismo para lançar a divisão entre cristãos»</strong>.<span></p>
<p></span>O bispo do Porto dirigia-se a um ditador que não conhecia o estrangeiro e que nunca visitou os territórios de além-mar que constituíam o império <strong>«do Minho a Timor»</strong>.<span></p>
<p></span><strong>«Apesar do meu feitio sedentário, não tenho nos últimos anos recusado as oportunidades que se me oferecem de viajar pela Europa (…). Não poderei dizer quanto me aflige o já hoje exclusivo privilégio português do mendigo, do pé-descalço, do maltrapilho»</strong>, lamentava.<span><br />
</span>Para José Pureza, a carta a Salazar é <strong>«um gesto de muita coragem»</strong> e traduz <strong>«uma reflexão crítica vinda da Igreja, considerada um dos pilares do regime»</strong>.<span></p>
<p></span>O docente universitário salientou que o documento de D. António questiona <strong>«aspectos centrais»</strong> do Estado Novo, como o corporativismo e a relação do capital com o trabalho, bem como <strong>«a autonomia, ou não, dos católicos face ao regime»</strong>.<span></p>
<p></span>Na sua opinião, o prelado veio afirmar também <strong>«o primado da consciência»</strong>, demonstrando <strong>«que o pluralismo das escolhas é um bem ao serviço da mensagem cristã»</strong>.<span></p>
<p></span><strong>«A carta tem ainda um juízo crítico muito actual, que é o do primado das finanças públicas sobre as pessoas»</strong>, disse, para recordar que <strong>«a grande obsessão de Salazar pelo equilíbrio das contas públicas é um velho mote da política portuguesa»</strong>.<span></p>
<p></span>A homenagem a D. António Ferreira Gomes, em Coimbra, visa <strong>«não descuidar a memória daqueles que se revêem na atitude que tomou há 50 anos»</strong>, segundo José Dias.<span></p>
<p></span><strong>«Foi a primeira vez que um destacado membro da Igreja questionou o corporativismo, apelando ao sindicalismo livre e defendendo o direito à greve»</strong>, enfatizou o organizador.<span></p>
<p></span>A sessão realiza-se domingo, às 11h00, junto ao monumento ao 25 de Abril, defronte do edifício onde funcionou a PIDE, a polícia política da ditadura. </p>
<address>Lusa / SOL </address>
<p> </p></blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Deputado Marques Junior no Parlamento</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 14:30:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Discurso do Deputado Marques Junior aquando da aprovação da Resolução Parlamentar no dia 6 de Junho:

Projecto de resolução n.º 330/X — Divulgação às futuras gerações dos combates pela liberdade na resistência à ditadura e pela democracia
O Sr. Presidente: — Sr.as e Srs. Deputados, se não virem inconveniente, antes das votações regimentais, apreciaremos o projecto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discurso do Deputado Marques Junior aquando da aprovação da Resolução Parlamentar no dia 6 de Junho:</p>
<p><span id="more-309"></span></p>
<blockquote><p>Projecto de resolução n.º 330/X — Divulgação às futuras gerações dos combates pela liberdade na resistência à ditadura e pela democracia<br />
O Sr. Presidente: — Sr.as e Srs. Deputados, se não virem inconveniente, antes das votações regimentais, apreciaremos o projecto de resolução n.º 330/X — Divulgação às futuras gerações dos combates pela liberdade na resistência à ditadura e pela democracia (PS, PSD, CDS-PP, PCP, BE e Os Verdes). Cada grupo parlamentar dispõe de 2 minutos, tal como o Governo.<br />
O primeiro orador inscrito é o Sr. Deputado Marques Júnior, a quem concedo a palavra.</p>
<p>O Sr. Marques Júnior (PS): — Sr. Presidente, Srs. Deputados: O projecto de resolução que estamos a apreciar pretende divulgar às futuras gerações, através de um conjunto de propostas e de recomendações, o que foram os combates pela liberdade e pela democracia, valores que hoje são assumidos como referência da nossa vida quotidiana, como, aliás, a subscrição do diploma, por parte de todos os grupos parlamentares, atesta de forma inequívoca.<br />
A este propósito, porque o projecto de resolução fala por si, gostaria de tecer duas considerações de ordem geral.<br />
A primeira, para saudar todos os cidadãos do Movimento Cívico «Não apaguem a memória», que apresentaram a respectiva petição à Assembleia da República, e para sublinhar o facto de a mesma petição ter dado origem ao presente projecto de resolução, assim correspondendo ao apelo daqueles cidadãos.<br />
A segunda, sendo eu próprio um dos Deputados que trabalhou este projecto de resolução, para agradecer a todos os Deputados desta Câmara, sem excepção, e, em particular, a todos os líderes dos vários grupos parlamentares, a sua disponibilidade, a sua boa vontade e o seu empenho que tornaram possível este projecto de resolução, demonstrando a todos os portugueses que, quando falamos da democracia e da liberdade, estamos todos unidos de facto, sem tabus, superando as nossas naturais divergências.<br />
A respeito deste diálogo que tive oportunidade de estabelecer com todos os Srs. Deputados e, em particular, com os líderes parlamentares, devo dizer que, apesar de ter sido simples a elaboração deste projecto de resolução, representou, para mim, um dos momentos mais gratificantes que vivi ao longo destes anos na Assembleia da República.</p>
<p>O Sr. Presidente: — Queira concluir, Sr. Deputado.</p>
<p>O Sr. Marques Júnior (PS): — Diria que, neste caso concreto, e perante o teor desta resolução e a unanimidade de que é alvo, é como reviver por momentos os ideais mais puros e sublimes do 25 de Abril e o próprio dia 25 de Abril de 1974, que então uniu todos os portugueses e nos une aqui, agora, na defesa da liberdade e da democracia.<br />
Para terminar, Sr. Presidente, se me é permitido, e se não considerarem abusivo da minha parte, gostaria de, em nome desses ideais, dizer a todos os Deputados: muito obrigado!</p>
<p>Aplausos do PS, com Deputados de pé, do PCP, do BE, de Os Verdes e da Deputada não inscrita Luísa Mesquita.</p>
</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Caminhos da Memória (blog)</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 10:59:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conheça o novo blog Caminhos da Memória

Caminhos da Memória é um blogue que pretende dar voz a formas de lembrar, de evocar e de interpretar o passado, recorrendo a leituras contemporâneas da história e da memória.

Procurará fazê-lo recorrendo a diferentes formulações que se coadunem com as características específicas da blogosfera e que ajudem a desenhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça o novo blog <a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com">Caminhos da Memória</a><br />
<a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com"></a><br />
<em>Caminhos da Memória é um blogue que pretende dar voz a formas de lembrar, de evocar e de interpretar o passado, recorrendo a leituras contemporâneas da história e da memória.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-308 aligncenter" title="blog Caminhos da Memória" src="http://maismemoria.org/mm/wp-content/uploads/2008/06/cropped-caminhos5-300x57.jpg" alt="" width="300" height="57" /></p>
<p><em>Procurará fazê-lo recorrendo a diferentes formulações que se coadunem com as características específicas da blogosfera e que ajudem a desenhar percursos para redescobrir os legados que recebemos do país e do mundo.</p>
<p></em></p>
<p><em>Incluirá também informação sobre documentos, livros, filmes e eventos relacionados com os objectivos que nos propomos perseguir, bem como ligações a instituições, publicações e blogues que privilegiem temas ligados à memória e à história.</em></p>
<p><small><a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com">http://caminhosdamemoria.wordpress.com</a></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Informação da Direcção – Nº 1</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 16:32:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caros amigos e companheiros
Manifestamos em primeiro lugar o nosso regozijo pela importante vitória conseguida com a aprovação, na Assembleia da República e por unanimidade, como desejávamos, da Resolução Parlamentar que resultou da petição apresentada pelo NAM em 26 de Julho de 2006. A direcção tem presente que este sucesso é o resultado do empenho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos e companheiros</p>
<p>Manifestamos em primeiro lugar o nosso regozijo pela importante vitória conseguid<strong>a com a aprovação, na Assembleia da República e por unanimidade, como desejávamos, da Resolução Parlamentar</strong> que resultou da petição apresentada pelo NAM em 26 de Julho de 2006. A direcção tem presente que este sucesso é o resultado do empenho de todos os companheiros que desde o início se envolveram neste magno objectivo. Registamos em especial o papel do &#8220;capitão de Abril&#8221; e deputado Marques Júnior, a quem já agradecemos por carta o seu entusiástico empenho. Ele conduziu de forma autónoma as negociações com todas as bancadas parlamentares e conseguiu encontrar um texto que pudesse ser aceite por todos.</p>
<p>A direcção recém-eleita realizou duas reuniões, abertas aos restantes corpos sociais, para fazer o balanço do processo eleitoral e determinar as tarefas prioritárias da Associação Movimento Cívico &#8220;Não apaguem a Memória!&#8221; (NAM).</p>
<p>Os resultados eleitorais foram, como foi anunciado na comunicação social, de 178 votos a favor da nossa (e única) lista, 10 votos brancos e 22 anulados, por não cumprirem as normas eleitorais. Atendendo às circunstâncias em que decorreram as primeiras eleições da Associação NAM, consideramos que o resultado foi muito positivo e inequívoco.</p>
<p>Completado o processo eleitoral a tarefa mais urgente que se nos coloca é recuperar, após um ano de actividade quase nula, o dinamismo que foi timbre dos primeiros tempos do NAM, organizar as muitas vontades e energias que seguramente há entre os associados que aliás têm continuado a aumentar com novas inscrições.</p>
<p>Reiteramos a vontade de cumprir o programa que vos propusemos e alcançar, com a colaboração de todos, os objectivos de sempre.</p>
<p>Nos primeiros dias procedemos às indispensáveis obrigações burocráticas  para a legalização e funcionamento da associação e conseguimos também um local de trabalho em local excelente (Rua da Emenda nº 107 R/C, ao Chiado). De seguida, foram tomadas algumas medidas sobre o funcionamento do NAM, tais como a substituição da lista &#8220;TODOS&#8221; por um grupo de discussão de livre inscrição e a criação de uma &#8220;mailing list&#8221; em substituição da lista &#8220;INFO&#8221;. Igualmente o blogue e o &#8220;site&#8221; estão a ser avaliados e sofrerão ajustamentos ou alterações, para os tornar mais eficazes e estimulantes e estamos a actualizar a base de dados dos sócios da Associação.</p>
<p>Começámos a promover a implementação de Núcleos do NAM nas cidades e locais onde existe um número significativo de sócios, para além do Porto, que tem desenvolvido um trabalho a todos os títulos excepcional. Já fizemos o levantamento dessa situação e iremos contactar esses companheiros em data oportuna.</p>
<p>Tal como sempre afirmámos, são os Grupos de Trabalho (GTs) o motor da actividade do NAM. Em consequência, a primeira prioridade foi recuperar o trabalho dos GTs existentes, para o que começámos a endereçar convites aos companheiros que os integravam e que manifestaram intenção de continuar o trabalho anterior. Também serão criados novos GTs, para responder a novos projectos de acção. Assim, demos prioridade à criação imediata dos seguintes GTs:</p>
<ol>
<li> Núcleo museológico no local da antiga sede da PIDE, na Rua António Maria Cardoso e Memorial  situado nesta rua quase em frente da ex-sede da PIDE;</li>
<li>Museu do Aljube;</li>
<li>Roteiros e Materiais Escolares;</li>
<li>Relações Internacionais;</li>
<li>Lei da Memória, para vincular de forma mais consistente o poder central ou autárquico.</li>
</ol>
<p>Também já iniciámos os primeiros contactos para agradecer e manter a disponibilidade do NAM para continuar a cooperar com instituições com que trabalhámos no passado ou tenham objectivos convergentes, nomeadamente: Associação 25 de Abril; Sindicato dos Professores da Grande Lisboa; Biblioteca-Museu da República e da Resistência; URAP; Fundação Mário Soares; Fundação Humberto Delgado. Outras instituições serão contactadas brevemente, de forma a estabelecer parcerias para a intervenção pela preservação da memória.</p>
<p>Entre as actividades que iremos promover ainda este ano, elegemos o aniversário da República que em breve comemorará 100 anos e que é também a data da criação do NAM (5 de Outubro de 2005) e a evocação da abertura do campo de concentração do Tarrafal (29 de Outubro de 1936).</p>
<p>Lembramos que temos ao nosso dispor uma forma de comunicação entre todos parecida com a anterior lista Todos, mas agora facultativa e com várias modalidades de acesso (mensagens na hora no nosso computador, um pacote por dia com todas as mensagens ou ler as mensagens no sítio do Yahoo:  <a href="http://groups.yahoo.com/group/maismemoria" target="_blank">http://groups.yahoo.com/group/maismemoria</a> . É necessário, e fácil, ir a este sítio fazer a inscrição seguindo as instruções. Depois do registo para enviar mensagens para todos há o endereço <a href="mailto:&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om">&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om</a> e para contactar o moderador deste grupo o email:   <a href="mailto:&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2d;&#x6f;&#x77;&#x6e;&#x65;&#x72;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om">&#x6d;&#x61;&#x69;&#x73;&#x6d;&#x65;&#x6d;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2d;&#x6f;&#x77;&#x6e;&#x65;&#x72;&#x40;&#x79;&#x61;&#x68;&#x6f;&#x6f;&#x67;&#x72;&#x6f;&#x75;&#x70;&#x73;&#x2e;&#x63;om</a>.</p>
<p>Fraternais saudações</p>
<p>O Presidente da Direcção<br />
Raimundo Narciso</p>]]></content:encoded>
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