NÃO APAGUEM A MEMÓRIA! [ Logótipo da autoria de João Tito Basto ]

Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! | Apartado 3500 | 1070-995 Lisboa |

PARTICIPAÇÃO

Para te manteres informado sobre esta Associação, subscreve a lista de informação (envia um e-mail com o teu nome e endereço de e-mail).

Para aderires à Associação podes usar o formulário disponível aqui na nossa página com os seguintes dados: Nome, BI, endereço de e-mail, telefone, morada, profissão e áreas de participação (estes dados são para utilização exclusiva desta associação, nos contactos com os seus sócios).

MAIS INFORMAÇÃO

Foi entregue na Assembleia da República a petição com 6000 assinaturas e que será analisada na Comissão de Assuntos Constitucionais Direitos, Liberdades e Garantias.

Dossier de imprensa (versão inicial em formato PDF).

Página na internet da promotora imobiliária.

Algumas organizações que já declararam o seu apoio:
A25A (Associação 25 de Abril), Biblioteca-Museu República e Resistência, SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa), URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses), ATTAC, ALDRABA, Associação República e Laicidade, FENPROF, STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST), Fundação Humberto Delgado, APD (Associação Portuguesa de Deficientes).

Temos um arquivo de visitas efectuadas.

RSS desta página
(o que é o RSS ?)

Pesquisa

Manifesto do Movimento Mais Memória

No passado dia 5 de Outubro, um conjunto de cidadãos reuniu-se junto à antiga Sede da PIDE/DGS, reafirmando o protesto público contra a conversão daquele edifício em condomínio fechado e contra o apagamento da memória do fascismo e do sofrimento causado aos portugueses. No local, ficou então uma faixa com os nomes de muitos dos que foram assassinados pela ditadura que oprimiu Portugal durante quase 50 anos.

É finalidade desta iniciativa cívica continuar essa acção, convertendo-a no impulso simbólico dum vasto movimento de cidadãos, plural e aberto, de exigência da salvaguarda, investigação e divulgação da memória do fascismo e da resistência, como responsabilidade do Estado, do conjunto dos poderes públicos e da sociedade.

1. Reclamamos dos poderes públicos que, mais de 30 anos passados sobre o 25 de Abril, assumam a responsabilidade de constituir um espaço público nacional de preservação e divulgação pedagógica da memória colectiva sobre os crimes do chamado Estado Novo e a resistência à ditadura, que aproveite os espaços emblemáticos dessa realidade como são o Aljube, o Forte de Peniche, Caxias, a sala do plenário da Boa-Hora, a sede central da PIDE/DGS e a sua Delegação do Porto, e que coordene a sua acção com o valioso trabalho desenvolvido neste domínio por diversas instituições;

2. Condenamos a conversão do edifício da sede da PIDE/DGS em condomínio fechado e exigimos a criação de um espaço e de um elemento memorial naquela área, que assegurem a memória e a homenagem ao sofrimento de muitos portugueses e a condenação dos crimes cometidos pela polícia política do fascismo, que constituiu um dos principais pilares da ditadura;

3. Apelamos a todos os cidadãos e organizações que multipliquem, partilhem e tomem nas suas mãos, pelas formas e iniciativas que entenderem, a preservação duradoura da memória colectiva dos combates pela democracia e pela liberdade em Portugal, como elemento indispensável à construção de um futuro melhor.

Porque sem memória não há futuro.

Outubro de 2005.

Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! | Apartado 3500 | 1070-995 Lisboa |