Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! | Apartado 3500 | 1070-995 Lisboa |
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ÚLTIMAS 5 de Outubro de 2008
Deputado Marques Junior no Parlamento
Caminhos da Memória (blog)
Informação da Direcção – Nº 1
AR: Partidos unidos em resolução para lembrar luta contra ditadura e pela democracia
Prof. Fernando Rosas - “Humberto Delgado, o general sem medo”, Conferência [Porto]
Projecto de Resolução para a preservação da Memoria da Resistencia e da Liberdade
Resultados oficiais
5 de Outubro de 2008
Actividades para Set/Out [Porto]
Prof. Fernando Rosas - “Humberto Delgado, o general sem medo”, Conferência [Porto]
Convocatória para a assembleia eleitoral da Associação Mov. Cívico NAM
Resistência: Lugares de Memória
Plenário do Movimento - 19 de Janeiro 2008
curso de livre de História
Para te manteres informado sobre esta Associação, subscreve a lista de informação (envia um e-mail com o teu nome e endereço de e-mail). Para aderires à Associação podes usar o formulário disponível aqui na nossa página com os seguintes dados: Nome, BI, endereço de e-mail, telefone, morada, profissão e áreas de participação (estes dados são para utilização exclusiva desta associação, nos contactos com os seus sócios). FOTOGRAFIAS protesto cívico em frente à antiga sede da pide em Lisboa (fotos de Artur Pinto, Vitor Sarmento, João Almeida e Paula Cabeçadas) (fotografias de Alvaro Fernandes) (fotografias de Dionísio Leitão) Associação quer memorial às vítimas da PIDE
50 anos da carta de D. António Ferreira Gomes a Salazar evocados domingo em COIMBRA
AR: Partidos unidos em resolução para lembrar luta contra ditadura e pela democracia
Memória: Raimundo Narciso eleito hoje presidente da direcção de associação cívica NAM
Comunicado à imprensa, Museu da Resistência de Peniche
5 de Outubro de 2008
Actividades para Set/Out [Porto]
Caminhos da Memória (blog)
MAIS INFORMAÇÃO Foi entregue na Assembleia da República a petição com 6000 assinaturas e que será analisada na Comissão de Assuntos Constitucionais Direitos, Liberdades e Garantias. Dossier de imprensa (versão inicial em formato PDF). Página na internet da promotora imobiliária. Algumas organizações que já declararam o seu apoio: Temos um arquivo de visitas efectuadas. |
Manifesto do Movimento Mais MemóriaNo passado dia 5 de Outubro, um conjunto de cidadãos reuniu-se junto à antiga Sede da PIDE/DGS, reafirmando o protesto público contra a conversão daquele edifício em condomínio fechado e contra o apagamento da memória do fascismo e do sofrimento causado aos portugueses. No local, ficou então uma faixa com os nomes de muitos dos que foram assassinados pela ditadura que oprimiu Portugal durante quase 50 anos. É finalidade desta iniciativa cívica continuar essa acção, convertendo-a no impulso simbólico dum vasto movimento de cidadãos, plural e aberto, de exigência da salvaguarda, investigação e divulgação da memória do fascismo e da resistência, como responsabilidade do Estado, do conjunto dos poderes públicos e da sociedade. 1. Reclamamos dos poderes públicos que, mais de 30 anos passados sobre o 25 de Abril, assumam a responsabilidade de constituir um espaço público nacional de preservação e divulgação pedagógica da memória colectiva sobre os crimes do chamado Estado Novo e a resistência à ditadura, que aproveite os espaços emblemáticos dessa realidade como são o Aljube, o Forte de Peniche, Caxias, a sala do plenário da Boa-Hora, a sede central da PIDE/DGS e a sua Delegação do Porto, e que coordene a sua acção com o valioso trabalho desenvolvido neste domínio por diversas instituições; 2. Condenamos a conversão do edifício da sede da PIDE/DGS em condomínio fechado e exigimos a criação de um espaço e de um elemento memorial naquela área, que assegurem a memória e a homenagem ao sofrimento de muitos portugueses e a condenação dos crimes cometidos pela polícia política do fascismo, que constituiu um dos principais pilares da ditadura; 3. Apelamos a todos os cidadãos e organizações que multipliquem, partilhem e tomem nas suas mãos, pelas formas e iniciativas que entenderem, a preservação duradoura da memória colectiva dos combates pela democracia e pela liberdade em Portugal, como elemento indispensável à construção de um futuro melhor. Porque sem memória não há futuro. Outubro de 2005. |
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