NÃO APAGUEM A MEMÓRIA! [ Logótipo da autoria de João Tito Basto ]

Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! | Apartado 3500 | 1070-995 Lisboa |

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MAIS INFORMAÇÃO

Foi entregue na Assembleia da República a petição com 6000 assinaturas e que será analisada na Comissão de Assuntos Constitucionais Direitos, Liberdades e Garantias.

Dossier de imprensa (versão inicial em formato PDF).

Página na internet da promotora imobiliária.

Algumas organizações que já declararam o seu apoio:
A25A (Associação 25 de Abril), Biblioteca-Museu República e Resistência, SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa), URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses), ATTAC, ALDRABA, Associação República e Laicidade, FENPROF, STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST), Fundação Humberto Delgado, APD (Associação Portuguesa de Deficientes).

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Manifesto do Núcleo do Porto

Considerando:

a) que passados mais de 30 anos sobre o derrube do fascismo, os poderes públicos pouco têm feito pela preservação da memória colectiva e pela divulgação dos crimes do chamado Estado Novo e da luta da resistência à ditadura:

b) que a insuficiente divulgação pedagógica do fascismo e da guerra colonial, nomeadamente no sistema escolar, e o escasso debate em torno das consequências desses processos na vida quotidiana do povo português são lacunas graves na sociedade democrática;

c) que a preservação duradoura da memória colectiva da resistência à ditadura em Portugal é um elemento indispensável ao aprofundamento do regime democrático e à construção de um Portugal melhor;

um grupo de cidadãos, reunido a 20 de Maio de 2006 na Cooperativa Árvore, no Porto, decidiu:

1 - constituir-se em Núcleo do Porto do movimento cívico “Não Apaguem a Memória!” e projectá-lo através de dinâmicas colectivas de carácter plural e aberto, com a finalidade de contribuir para a preservação da memória histórica dos combates pela democracia e pela liberdade em Portugal;

2 - definir como objectivos:

- lutar pela criação de um Museu da Resistência ao Fascismo, a ser instalado na antiga sede da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS;

- manter viva a memória dos protagonistas da luta anti-fascista, dos mais anónimos aos mais mediáticos, e perpetuar o seu nome ao nível da toponímia da cidade;

- proceder ao levantamento das acções e dos locais de memória dessas lutas contra a ditadura e contra a opressão;

- proceder à recolha, selecção e catalogação de documentos de vário tipo respeitantes a esse período da história contemporânea de Portugal (registos depoimentos dos protagonistas das lutas sociais e políticas, documentos impressos, fotografias, documentos iconográficos, manuscritos, etc.);

3 - levar ao conhecimento da população este nosso propósito e, através de abaixo-assinado, incrementar a participação cívica visando o reforço dos recursos humanos necessários à concretização dos objectivos acima propostos.

Manifesto Porto (em versão PDF para recolher assinaturas).

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