
Excelente a Conferência/debate com este tema, promovida pelo NAM, em Lisboa, na Universidade Lusófona (ULHT), no dia 15 Maio.
Organizada pelo «Movimento Cívico Não Apaguem a Memória» em colaboração com a ULHT, realizou-se com uma numerosa assistência em que predominavam jovens estudantes (nº superior a 250).

A sessão teve início com o documentário de Rafael Antunes (SIC) ”Lápis Azul”. Depois, Carla Cardoso (Licenciatura em Comunicação e Jornalismo da UHLT) apresentou os oradores que integravam a mesa: Maria Manuel Calvet Ricardo (interveio em nome da direcção do NAM), o jornalista Fernando Correia (Vice-Presidente da Mesa da AG do NAM) coordenou os trabalhos, Diana Andringa e Daniel Ricardo (ambos do NAM), detentores de grande experiência profissional, fizeram intervenções muito interessantes e com grande vivacidade. Alguns alunos daquela Universidade colocaram à mesa questões pertinentes.

O Movimento Não Apaguem a Memória (NAM) tomou a iniciativa de promover dois seminários dedicados a esta matéria:
1º – «Reflexão sobre a censura e a liberdade de expressão» – organização do CIMJ, Projeto Censura ao Cinema e ao Teatro, antes e depois do 25 de Abril e NAM. No dia 23 Abril, entre as 15 e as 18h – FCSH/UNL
2º – «Censura à Imprensa no tempo da ditadura» – organização do Curso de Comunicação e Jornalismo da ULHT, NAM e revista Visão. No dia 15 Maio entre as 11 e as 13 h – ULHT


O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória (NAM) está a organizar, ao longo de todo o ano 2013, uma série de tertúlias que incidem sobre temas relacionados com os objectivos que Movimento persegue, abordados de forma a contribuir não somente para evocar o passado mas para pensar também o nosso presente na perspectiva do futuro que queremos construir.

São CONVERSAS DE MEMÓRIA que terão lugar em Lisboa, no Café «Vá-Vá», no primeiro sábado de cada mês, entre as 16.00 e as 19.30h.
A primeira destas conversas ocorreu no passado dia 5 de Janeiro e teve como tema «EXÍLIOS». A segunda (a 2 de Fevereiro), «NOTÍCIAS SEM CENSURA», envolverá oposicionistas/militantes/jornalistas que estiveram ligados sobretudo às rádios e a jornais clandestinos.
A terceira ( a 2 de Março) terá uma abordagem diferente pois pretende estimular narrativas pessoais a partir de «OBJECTOS COM HISTÓRIA». Referimo-nos a objectos que evocam lembranças, memorias afectivas, com valor pessoal e simbólico para quem vivenciou o período do fascismo.
Fazemos aqui um apelo a todos para que nos digam se dispõem de algum objecto desses tempos (fotos, jornais, documentos, cartas, peças) que possam ser expostos e “falados”, no dia desta tertúlia
Pedimos que nos respondam para o e-mail gro.airomemsiamnull@otcatnoc
A partir da vossa informação, veremos como organizar uma tal mostra.