O 6º Juízo Criminal de Lisboa absolveu no passado 21 de Dezembro Duran Clemente e João Almeida por não ter ficado provado terem sido os promotores de uma acção de protesto junto às instalações da antiga PIDE-DGS, em Lisboa, no 5 de Outubro de 2005.
Próxima reunião dia 17 de Jan pelas 21.30h [PORTO]
A próxima reunião do núcleo do Porto será quarta-feira, dia 17 às 21,30h no local já habitual (SPN sala 3.6).
Qualquer contacto pode ser efectuado para o endereço de correio do núcleo (moc.liamgnull@otropairomemsiam).
Manifesto do Núcleo do Porto
Está disponível na nossa página o Manifesto do Porto, e também a versão PDF para recolher assinaturas.
Não deixar apagar a memória
O constitucionalista e conselheiro de Estado, Gomes Canotilho, esteve presente na cerimónia da Boa-Hora, de descerramento da lápide reabilitando as vítimas do “tribunais plenários”, enviando esta mensagem, que nos sentimos no dever de divulgar.
A sala do tribunal plenário, em Lisboa – Irene Pimentel
Irene Pimentel descreve nesta breve exposição a instrução do “processo” nos “tribunais plenários”. Recordamos que tal como o anterior, estes textos recordam a história da resistência ao fascismo português e assinalam a cerimónia do descerramento da lápide, no passado dia 6, na antecâmara da sala do Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa. Aí decorriam as sessões desta “justiça pidesca”, praticada por “juízes” submetidos ao Estado Novo.
Evocação de Dias Coelho
No próximo dia 19 de Dezembro será o 45º aniversário do assassinato de José Dias Coelho pela PIDE. Tinha apenas 38 anos. Ele era um artista plástico de extraordinária sensibilidade e versatilidade e cedo aderiu à resistência ao fascismo. Era um activista na Frente Académica Antifascista e no MUD Juvenil.

Desenho de Dias Coelho, convidando a um convívio do MUD-Juvenil