PARTICIPAÇÃO
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MAIS INFORMAÇÃO
Foi entregue na Assembleia da República a petição com 6000 assinaturas e que será analisada na Comissão de Assuntos Constitucionais Direitos, Liberdades e Garantias.
Dossier de imprensa (versão inicial em formato PDF).
Página na internet da promotora imobiliária.
Algumas organizações que já declararam o seu apoio:
A25A (Associação 25 de Abril), Biblioteca-Museu República e Resistência, SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa), URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses), ATTAC, ALDRABA, Associação República e Laicidade, FENPROF, STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST), Fundação Humberto Delgado, APD (Associação Portuguesa de Deficientes).
Temos um arquivo de visitas efectuadas.
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Arquivo porto
2008/09/19
Valorizar a história das lutas pela liberdade e preservar a memória da resistência à opressão do Estado Novo são finalidades da associação/movimento “Não Apaguem a Memória!”, cujo núcleo do Porto promove, no decorrer dos meses de Setembro e Outubro, as seguintes actividades:
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
17.30h - Inauguração da exposição de fotografias de Orlando Falcão “Tarrafal, lugar de memória”
Museu Militar do Porto (edifício da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS, sito na esquina da Rua do Heroísmo com o Largo de Soares dos Reis)
21.30h - Plenário regional de sócios, aderentes e activistas do movimento “Não Apaguem a Memória!”
Auditório do Sindicato de Professores do Norte, sito na Rua D. Manuel II, 51-C, 2º andar (Porto)
Sábado, 25 de Outubro de 2008
Museu Militar do Porto (edifício da delegação do Porto da PVDE/PIDE/DGS, sito na esquina da Rua do Heroísmo com o Largo de Soares dos Reis)
15.30h - Conferência pelo Prof. Doutor Manuel Loff: ”O Tarrafal e a Opressão Salazarista”
16.30h - Debate
18.00h - Encerramento da exposição de fotografias de Orlando Falcão “Tarrafal, Lugar de Memória”
maismemoriaporto@gmail.com
2008/05/28
Conferência Prof. Doutor Fernando Rosas Humberto Delgado, o general sem medo
O Núcleo do Porto do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! tem vindo a desenvolver acções visando a preservação da memória histórica dos combates pela liberdade e pela democracia.
A próxima iniciativa, com apoio do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto, terá lugar no dia 30 de Maio (sexta-feira), no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça Carlos Alberto), a partir das 21.30 h.
Numa sessão comemorativa dos 50 anos da campanha eleitoral de 1958, o professor Doutor Fernando Rosas proferirá a conferência intitulada Humberto Delgado, o general sem medo, para a qual convidamos V. Ex.ª a estar presente.
Agradecemos que a notícia desta realização seja transmitida a todos seus amigos e correspondentes
O Movimento Cívico Não Apaguem a memória!
Núcleo do Porto
PORTO
30 de Maio de 2008 – 21.30 h
Palacete dos Viscondes de Balsemão
Praça Carlos Alberto, 71
2008/04/27
Ex-presos políticos reencontram as suas memórias na sede da PIDE, no Porto
27.04.2008, Mariana Oliveira
Sentado numa cadeira e com uma voz pausada, Estaline de Jesus Rodrigues, 75 anos, conta aquelas histórias que o Presidente da República teima que não devem ficar esquecidas. O movimento Não Apaguem a Memória tenta reescrevê-las a cores. Estaline de Jesus Rodrigues pincelou ontem a história, no antigo edifício da PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado) no Porto.
Antes do começar o relato, o ex-preso político tenta matar uma curiosidade com quase quatro décadas. “Eu estava preso na cave e um dia consegui ver pelas frestas da porta dois pides a trazer um indivíduo e a atirá-lo com força para a cama. Vinha em muito mau estado, por acaso essa pessoa não está aqui?” Silêncio. Ninguém se acusa. A curiosidade não morre no primeiro regresso de Estaline Rodrigues à sede da PIDE no Porto, onde esteve detido entre Maio e Junho de 1970.
Era do Partido Comunista Português e esteve ligado à organização de uma grande manifestação no Barreiro e na Moita em 1970. Na sequência do protesto foi detido e enviado para o Porto. Tinha estado preso duas vezes antes e passou por outras cadeias depois. Mas o mês que esteve no Porto merece o apelido de “passagem mais terrível” pelas prisões nacionais.
Não esconde a dor das memórias e reconhece, por isso, que durante muitos anos ela, a memória, esteve meia perdida, sem querer ser encontrada. Os documentos que foi buscar à Torre do Tombo ficaram à espera da vontade para os ler. “Durante muito tempo não fui capaz”, admite. Realçando que o 25 de Abril já tem 34 anos, diz que só muito recentemente reencontrou a sua história. “Descobri que quando estive aqui fui levado para a tortura dia 4 de Maio e só voltei a 22, em braços. Um amigo meu contou-me há pouco tempo que quando me viu não me reconheceu. Eu deitava pus pelos olhos e pelos ouvidos”, conta. A afirmação arrepia as cerca de cem pessoas presentes. Mas Estaline não desarma. É para que todos não se esqueçam que Salazar existiu, que a PIDE existiu, que a tortura existiu.
Álvaro Monteiro, 65 anos, veio com o colega. Mas do Porto tem uma imagem mais branda. “Foi aqui que tive conhecimento do nascimento da minha filha”, conta com emoção. Mas não esquece a imundície: “Eram percevejos, baratas e piolhos. As necessidades eram feitas num balde.”
[Artigo do Jornal Público de 27 de Abril de 2008]
2008/04/25
Tal como anunciado antes podemos agora ver a peça do telejornal.
[imagens da RTP1, Jornal da tarde de 25 de Abril de 2008]
2008/04/24
Amigos
Ontem, teve lugar uma visita de alunos da escola secundária Soares dos Reis ao edifício da ex-Pide do Porto.
A visita foi organizada pela companheira Maria Rodrigues e foi conduzida por ex- preso políticos convidados pelo núcleo do Porto do NAM.
A reportagem desta visita foi acompanhada pela RTP e deverá ir para o ar previsivelmente no jornal das 13h do dia 25 de Abril, amanhã.
2008/04/19
Sábado 26 de Abril 15.30 h
Visita guiada por ex-presos às instalações da Ex-PIDE/DGS
No próximo dia 26 de Abril será realizada mais uma Visita ao edifício da EX-PIDE, no Porto, guiada por ex-presos políticos que aí foram encarcerados, humilhados e torturados.
Com esta acção, o Núcleo do Porto do movimento cívico “Não Apaguem a Memória!” pretende contribuir para o reforço da nossa identidade democrática, uma identidade que atravesse o tempo, que salvaguarde a continuidade da memória histórica da resistência ao fascismo entre as gerações presentes e as que viveram um mundo passado.
Considera-se que é importante patrimonializar as memórias dos resistentes antifascistas através da transmissão dos seus valores às gerações mais jovens, reconstruindo elos entre o passado e o presente.
Sábado, 26 de Abril 20,00 h
Jantar Comemorativo da Revolução dos Cravos
O jantar/convívio comemorativo do 25 de Abril terá lugar no restaurante Abadia, na Rua do Ateneu Comercial do Porto, nº 22, a partir das 20h (preço por pessoa: 20 €).
A confirmação da presença deverá ser feita até ao dia 24, através de contacto com
Jorge Carvalho (Pisco) – tlm 934729690
ou Sérgio Valente – tlm 919947274
ou maismemoriaporto@gmail.com
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INSCREVA-SE JÁ!
2008/03/27
Salvaguardar a memória da resistência à opressão do Estado Novo e valorizar a história das lutas pela liberdade e pela democracia são finalidades do Movimento Cívico “Não Apaguem a Memória!”, cujo núcleo do Porto, no âmbito das comemorações do 25 de Abril, organiza, em conjunto com a Câmara Municipal de Matosinhos, as Jornadas pela Memória das Lutas pela Liberdade.
2007/10/28
“Sem memória não há futuro”
O Movimento «Não Apaguem a Memória» promoveu um encontro no Café Ceuta para ouvir relatos de protagonistas da luta contra a ditadura. Histórias de sofrimento contadas na primeira pessoa, num dos locais onde a liberdade era respirada, clandestinamente.
Victor Melo
2007/10/18
O núcleo do Porto do movimento Não Apaguem a Memória!, movimento cívico que visa a preservação da memória histórica das lutas de resistência à ditadura, promove os Encontros em Lugares de Memória da Resistência, esperando que as histórias contadas pelos protagonistas das acções de resistência anti-fascista venham enriquecer a nossa memória colectiva do fascismo.
Contando com os testemunhos dos que participaram nas lutas informais e nas actividades promovidas por associações de todo o tipo, como colectividades culturais, entidades cooperativas, organizações de jovens trabalhadores e associações estudantis, o movimento Não Apaguem a Memória! convida todos quantos frequentaram os lugares simbólicos dessas acções.
Tendo-se iniciado este ciclo de tertúlias no café “Piolho”, apelamos agora à sua participação activa, no próximo sábado, 27 de Outubro, às 15.30h no café CEUTA , local onde se realiza o segundo encontro.
O Núcleo do Porto do Movimento Cívico
“Não Apaguem a Memória!”
Ajude a divulgar esta iniciativa
APAREÇA APRESENTE SEU
TESTEMUNHO!
CAFÉ CEUTA
29 de Setembro – 15,30 h
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