NÃO APAGUEM A MEMÓRIA! [ Logótipo da autoria de João Tito Basto ]

Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! | Apartado 3500 | 1070-995 Lisboa |

PARTICIPAÇÃO

Para te manteres informado sobre esta Associação, subscreve a lista de informação (envia um e-mail com o teu nome e endereço de e-mail).

Para aderires à Associação podes usar o formulário disponível aqui na nossa página com os seguintes dados: Nome, BI, endereço de e-mail, telefone, morada, profissão e áreas de participação (estes dados são para utilização exclusiva desta associação, nos contactos com os seus sócios).

MAIS INFORMAÇÃO

Foi entregue na Assembleia da República a petição com 6000 assinaturas e que será analisada na Comissão de Assuntos Constitucionais Direitos, Liberdades e Garantias.

Dossier de imprensa (versão inicial em formato PDF).

Página na internet da promotora imobiliária.

Algumas organizações que já declararam o seu apoio:
A25A (Associação 25 de Abril), Biblioteca-Museu República e Resistência, SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa), URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses), ATTAC, ALDRABA, Associação República e Laicidade, FENPROF, STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST), Fundação Humberto Delgado, APD (Associação Portuguesa de Deficientes).

Temos um arquivo de visitas efectuadas.

RSS desta página
(o que é o RSS ?)

Pesquisa

Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!

No passado dia 5 de Outubro de 2005, um conjunto de cidadãos reuniu-se junto à antiga Sede da PIDE/DGS, reafirmando o protesto público contra a conversão daquele edifício em condomínio fechado e contra o apagamento da memória do fascismo e do sofrimento causado aos portugueses. No local, ficou então uma faixa com os nomes de muitos dos que foram assassinados pela ditadura que oprimiu Portugal durante quase 50 anos.

Gravura de José Dias Coelho (1923-1961) — assassinado por uma brigada da PIDE, na rua que agora tem o seu nome, ao Calvário, em Lisboa, a 19 de Dezembro de 1961. Destinou-se a ilustrar a realização de uma reunião do MUD-Juvenil, combinando elementos estéticos da “Guernica”, de Pablo Picasso, com os de uma alegoria à juventude.Gravura de José Dias Coelho (1923-1961) — assassinado por uma brigada da PIDE, na rua que agora tem o seu nome, ao Calvário, em Lisboa, a 19 de Dezembro de 1961. Destinou-se a ilustrar a realização de uma reunião do MUD-Juvenil, combinando elementos estéticos da “Guernica”, de Pablo Picasso, com os de uma alegoria à juventude.

É finalidade desta iniciativa cívica continuar essa acção, convertendo-a no impulso simbólico dum vasto movimento de cidadãos, plural e aberto, de exigência da salvaguarda, investigação e divulgação da memória do fascismo e da resistência, como responsabilidade do Estado, do conjunto dos poderes públicos e da sociedade... [ler+]

Documentos essenciais da Associação “Movimento Cívico - Não Apaguem a Memória!”:

o blogue NAM: naoapaguemamemoria2.blogspot.com

EM DESTAQUE

Deputado Marques Junior no Parlamento
2008/06/25

Discurso do Deputado Marques Junior aquando da aprovação da Resolução Parlamentar no dia 6 de Junho:

Ler + »


Caminhos da Memória (blog)
2008/06/19

Conheça o novo blog Caminhos da Memória

Caminhos da Memória é um blogue que pretende dar voz a formas de lembrar, de evocar e de interpretar o passado, recorrendo a leituras contemporâneas da história e da memória.

Procurará fazê-lo recorrendo a diferentes formulações que se coadunem com as características específicas da blogosfera e que ajudem a desenhar percursos para redescobrir os legados que recebemos do país e do mundo.

Incluirá também informação sobre documentos, livros, filmes e eventos relacionados com os objectivos que nos propomos perseguir, bem como ligações a instituições, publicações e blogues que privilegiem temas ligados à memória e à história.

http://caminhosdamemoria.wordpress.com


Informação da Direcção – Nº 1
2008/06/8

Caros amigos e companheiros

Manifestamos em primeiro lugar o nosso regozijo pela importante vitória conseguida com a aprovação, na Assembleia da República e por unanimidade, como desejávamos, da Resolução Parlamentar que resultou da petição apresentada pelo NAM em 26 de Julho de 2006. A direcção tem presente que este sucesso é o resultado do empenho de todos os companheiros que desde o início se envolveram neste magno objectivo. Registamos em especial o papel do “capitão de Abril” e deputado Marques Júnior, a quem já agradecemos por carta o seu entusiástico empenho. Ele conduziu de forma autónoma as negociações com todas as bancadas parlamentares e conseguiu encontrar um texto que pudesse ser aceite por todos.

A direcção recém-eleita realizou duas reuniões, abertas aos restantes corpos sociais, para fazer o balanço do processo eleitoral e determinar as tarefas prioritárias da Associação Movimento Cívico “Não apaguem a Memória!” (NAM).

Os resultados eleitorais foram, como foi anunciado na comunicação social, de 178 votos a favor da nossa (e única) lista, 10 votos brancos e 22 anulados, por não cumprirem as normas eleitorais. Atendendo às circunstâncias em que decorreram as primeiras eleições da Associação NAM, consideramos que o resultado foi muito positivo e inequívoco.

Completado o processo eleitoral a tarefa mais urgente que se nos coloca é recuperar, após um ano de actividade quase nula, o dinamismo que foi timbre dos primeiros tempos do NAM, organizar as muitas vontades e energias que seguramente há entre os associados que aliás têm continuado a aumentar com novas inscrições.

Reiteramos a vontade de cumprir o programa que vos propusemos e alcançar, com a colaboração de todos, os objectivos de sempre.

Nos primeiros dias procedemos às indispensáveis obrigações burocráticas para a legalização e funcionamento da associação e conseguimos também um local de trabalho em local excelente (Rua da Emenda nº 107 R/C, ao Chiado). De seguida, foram tomadas algumas medidas sobre o funcionamento do NAM, tais como a substituição da lista “TODOS” por um grupo de discussão de livre inscrição e a criação de uma “mailing list” em substituição da lista “INFO”. Igualmente o blogue e o “site” estão a ser avaliados e sofrerão ajustamentos ou alterações, para os tornar mais eficazes e estimulantes e estamos a actualizar a base de dados dos sócios da Associação.

Começámos a promover a implementação de Núcleos do NAM nas cidades e locais onde existe um número significativo de sócios, para além do Porto, que tem desenvolvido um trabalho a todos os títulos excepcional. Já fizemos o levantamento dessa situação e iremos contactar esses companheiros em data oportuna.

Tal como sempre afirmámos, são os Grupos de Trabalho (GTs) o motor da actividade do NAM. Em consequência, a primeira prioridade foi recuperar o trabalho dos GTs existentes, para o que começámos a endereçar convites aos companheiros que os integravam e que manifestaram intenção de continuar o trabalho anterior. Também serão criados novos GTs, para responder a novos projectos de acção. Assim, demos prioridade à criação imediata dos seguintes GTs:

  1.  Núcleo museológico no local da antiga sede da PIDE, na Rua António Maria Cardoso e Memorial situado nesta rua quase em frente da ex-sede da PIDE;
  2. Museu do Aljube;
  3. Roteiros e Materiais Escolares;
  4. Relações Internacionais;
  5. Lei da Memória, para vincular de forma mais consistente o poder central ou autárquico.

Também já iniciámos os primeiros contactos para agradecer e manter a disponibilidade do NAM para continuar a cooperar com instituições com que trabalhámos no passado ou tenham objectivos convergentes, nomeadamente: Associação 25 de Abril; Sindicato dos Professores da Grande Lisboa; Biblioteca-Museu da República e da Resistência; URAP; Fundação Mário Soares; Fundação Humberto Delgado. Outras instituições serão contactadas brevemente, de forma a estabelecer parcerias para a intervenção pela preservação da memória.

Entre as actividades que iremos promover ainda este ano, elegemos o aniversário da República que em breve comemorará 100 anos e que é também a data da criação do NAM (5 de Outubro de 2005) e a evocação da abertura do campo de concentração do Tarrafal (29 de Outubro de 1936).

Lembramos que temos ao nosso dispor uma forma de comunicação entre todos parecida com a anterior lista Todos, mas agora facultativa e com várias modalidades de acesso (mensagens na hora no nosso computador, um pacote por dia com todas as mensagens ou ler as mensagens no sítio do Yahoo: http://groups.yahoo.com/group/maismemoria . É necessário, e fácil, ir a este sítio fazer a inscrição seguindo as instruções. Depois do registo para enviar mensagens para todos há o endereço maismemoria@yahoogroups.com e para contactar o moderador deste grupo o email: maismemoria-owner@yahoogroups.com.

Fraternais saudações

O Presidente da Direcção
Raimundo Narciso


AR: Partidos unidos em resolução para lembrar luta contra ditadura e pela democracia
2008/06/6

Lisboa, 06 Jun (Lusa)

Os partidos uniram-se hoje na aprovação, por unanimidade e aclamação, de uma resolução para promover o conhecimento da luta contra a ditadura e pela democracia, por iniciativa do deputado do PS e capitão de Abril Marques Júnior.

Na hora da votação, os deputados de esquerda (PS, PCP, Bloco de Esquerda e PEV) e parte dos do PSD aplaudiram de pé, enquanto parte da bancada dos sociais-democratas e do CDS-PP optaram por bater palmas sentados.

O texto, subscrito pelos líderes de todas as bancadas, propõe o apoio, por parte do Estado, à criação de um Museu da Liberdade e da Resistência, com sede na antiga Cadeia do Aljube, em Lisboa e de um Roteiro Nacional da Liberdade e da Resistência espalhado pelo país de locais ligados à luta antifascista e à revolução de Abril de 1974.

Durante o debate, todas as bancadas exprimiram o apoio à resolução e aos seus objectivos, como permitir que as gerações que não viveram a ditadura conheçam a luta de quem se opôs ao regime de Salazar e Caetano.

Um dos objectivos traçado na resolução é a introdução, “ao nível do ensino, incluindo ao nível dos programas curriculares, dos valores da democracia e da liberdade através do conhecimento da história contemporânea, com referência ao período da ditadura, ao seu derrube em 25 de Abril de 1974 e ao processo de consolidação do regime democrático”.

O deputado socialista Marques Júnior confessou que a aprovação da resolução foi “um dos momentos mais gratificantes” que viveu no Parlamento e em que se celebram “os ideais mais puros e sublimes” do 25 de Abril.

O PCP, através do líder parlamentar, Bernardino Soares, afirmou que a resolução e as propostas feitas são importantes para que se faça “um combate ao branqueamento do regime salazarista e fascista”.

Já Guilherme Silva, deputado do PSD, realçou a importância da resolução para lembrar às novas gerações “a conquista da liberdade e da democracia” em 1974, afirmando que “o 25 de Abril vai muito além dos partidos”, até “pelo consenso que [o texto] recolheu” no Parlamento.

Fernando Rosas, historiador e deputado do Bloco de Esquerda, justificou o apoio do seu partido à necessidade de, em democracia, se preservar a memória histórica e apelou à “celebração do longo caminho pela democracia em Portugal”.

O deputado João Rebelo, do CDS-PP, registou a adesão dos democratas-cristãos à iniciativa de Marques Júnior e afirmou que a resolução, como os valores da liberdade, “é de todos partidos e não só de um”.

Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista “Os Verdes”, assinalou também que a aprovação do texto é “tanto mais importante quanto existe hoje um risco para o branqueamento da ditadura”.

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, qualificou a resolução como “uma homenagem àqueles que combateram pela liberdade, contra a ditadura”.

A iniciativa da resolução, conduzida por Marques Junior, da discussão suscitada por uma petição do movimento “Não apaguem a memória” foi apresentada há mais de um ano.

NS.
Lusa/fim


Prof. Fernando Rosas - “Humberto Delgado, o general sem medo”, Conferência [Porto]
2008/05/28

Conferência
Prof. Doutor Fernando Rosas
Humberto Delgado, o general sem medo

 

O Núcleo do Porto do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! tem vindo a desenvolver acções visando a preservação da memória histórica dos combates pela liberdade e pela democracia.

A próxima iniciativa, com apoio do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto, terá lugar no dia 30 de Maio (sexta-feira), no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça Carlos Alberto), a partir das 21.30 h.

Numa sessão comemorativa dos 50 anos da campanha eleitoral de 1958, o professor Doutor Fernando Rosas proferirá a conferência intitulada Humberto Delgado, o general sem medo, para a qual convidamos V. Ex.ª a estar presente.

Agradecemos que a notícia desta realização seja transmitida a todos seus amigos e correspondentes

O Movimento Cívico Não Apaguem a memória!
Núcleo do Porto

PORTO
30 de Maio de 2008 – 21.30 h
Palacete dos Viscondes de Balsemão
Praça Carlos Alberto, 71

: arquivo mais memória :

Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! | Apartado 3500 | 1070-995 Lisboa |